Melatonina: perigo para o coração?
Comprimidos e gomas para dormir estão na moda e vendem-se em todo o lado, mas um novo estudo aponta para o eventual perigo de insuficiência cardíaca. Três especialistas analisam o alerta.
Comprimidos e gomas para dormir estão na moda e vendem-se em todo o lado, mas um novo estudo aponta para o eventual perigo de insuficiência cardíaca. Três especialistas analisam o alerta.
Vendem-se em supermercados, parafarmácias e até cabeleireiros. Na Internet, o cardápio de indutores de sono à base de melatonina é mais vasto: há quem encomende dosagens altíssimas (9 mg) dos Estados Unidos, sem receita médica. Consumidores justificam a escolha, enquanto médicos e especialistas advertem para os efeitos nocivos.
O mercado está cheio de soluções que prometem noites descansadas. Para os especialistas, a monitorização enquanto dormimos causa ansiedade.
A posição ideal para dormir não existe, afirmam os especialistas, mas devemos evitar algumas que podem provocar problemas gástricos, cardíacos ou apneia.
Utilizar o ChatGPT para programar uma noite reparadora tornou-se uma moda que fomos testar. Os especialistas na área dizem que não tem fundamento científico.
Portugal é o segundo país do mundo que mais consome zolpidem, um fármaco para as insónias. Teresa Paiva alerta para o nível de toxidade deste tipo de comprimidos e aconselha outros métodos no combate à falta de sono.
Teresa Paiva afirma que são as pessoas mais ansiosas ou que têm a necessidade de ter tudo sob controlo que normalmente acordam antes do despertador, já Olga Médio acredita que a manutenção dos hábitos pode afinar o relógio interno e originar um despertar precoce.
Filipa Lisboa, diretora clínica da Ousia Clinic, explica, em entrevista, o conceito holístico de um espaço diferenciador por cuidar das áreas mais importantes do bem-estar: saúde, alimentação, fitness, imagem, sono e mindfulness.
Está provado que a falta de sono nos predispõe a uma série de doenças, como o cancro ou a demência, e que os problemas de insónias podem começar na sua cabeça. Na verdade, tudo se passa durante a noite – e isso condiciona todo o dia.
Todas as funções do corpo, dos órgãos às células, são regidos por um ciclo de 24 horas. Cada uma tem uma altura ótima para ser executada, que está inscrita nos genes. Se não respeitar o ciclo pode desenvolver diabetes ou até mesmo cancro.
No Dia Mundial do Sono falámos com o especialista Miguel Meira e Cruz sobre o impacto da pandemia na forma como os portugueses dormem. O que aconteceu? Piorou.
Miguel Meira Cruz, diretor do Centro Europeu do Sono, recorda "o risco que as alterações dos ritmos biológicos e do sono têm no desequilíbrio do sistema imunitário e no risco de infeção".
A coordenadora do Bloco de Esquerda considerou que "os vários partidos já mostraram a sua posição" sobre Tancos e que não acha que esse problema "possa ser esquecido".
Cerca de 20% das mulheres e quase 50% dos homens com mais de 40 anos sofre de Síndroma da Apneia Obstrutiva do Sono, ou seja, têm vários episódios em que deixam de respiram durante a noite. Muitos não fazem ideia
Especialista afirma que as pessoas dão "mais importância ao trabalho e ao lazer".
Estudo conclui que os argumentos a favor da mudança da hora são sobretudo aspetos financeiros e económicos, insuficientes para contrapor aqueles que parecem ser os problemas que a saúde pode enfrentar com esta atitude".