Sábado – Pense por si

Ventos de Oeste

Alguém sabe para onde estamos a ir?

Os actuais dirigentes do país, muito provavelmente por força de um revanchismo que, apesar de mascarado de “modernidade”, é cada vez mais indisfarçável, estão mais preocupados em destruir os equilíbrios sociais construídos na sequência do 25 de abril de 1974 e do 25 de novembro de 1975, do que em procurar encontrar soluções para debelar essas dificuldades, ou pelo menos minorar as suas consequências para os mais desfavorecidos.

A lagartixa e o jacaré

O argumento da "modernidade"

Um dos efeitos dos últimos tempos foi o revelar com maior clareza a colagem do Chega ao regime da ditadura. Já se sabia, mas agora sabe-se melhor, com declarações explícitas como a da “revolução miserável” para o 25 de Abril. (...) Agora perdeu-se a vergonha face a Salazar e Caetano e isso traz mais fragilidade do que força

As instituições intermédias que incomodam

Restringir a liberdade de expressão de associações de juízes e procuradores não é compatível com um Estado de direito democrático. Quem defende o Estado de direito não pode simultaneamente defender o silêncio daqueles que a ele servem.

BCP impugnou valores reclamados pelo fundador da Sicasal
Lusa

BCP impugna créditos de 1,5 ME reclamados pelo fundador da Sicasal

Álvaro dos Santos da Silva na lista de créditos reconhecidos como sendo credor de 893 mil euros (entre créditos laborais de 5.170 euros, créditos em caso de cessação de contrato de 6.424 euros e um empréstimo de 874.613 euros que, com juros, sobe para 881.410 euros).

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