"Lacrima": os invisíveis da moda levados ao palco
Na peça que chega a 9 e 10 de janeiro ao CCB, Caroline Nguyen quis destapar os invisíveis da indústria da moda de luxo. "Quem fala hoje das rendeiras, dos bordadores?", pergunta, em entrevista.
Na peça que chega a 9 e 10 de janeiro ao CCB, Caroline Nguyen quis destapar os invisíveis da indústria da moda de luxo. "Quem fala hoje das rendeiras, dos bordadores?", pergunta, em entrevista.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Tão intelectual quanto pop-star, foi um dos eixos da revolução cultural portuguesa do pós-25 de Abril. Cientista e escritora, foi-se afastando gradualmente da vida pública, mas a marca não desapareceu. Morreu em Estremoz, aos 65 anos
Glória de Matos foi casada com o locutor e apresentador Henrique Mendes e começou o seu percurso enquanto atriz em 1954 quando fez parte da criação do Grupo de Teatro da Casa da Comédia.
Apesar da reabertura oficial só acontecer em setembro, existirá uma "pré-abertura" durante o verão, com visitas guiadas, oficinas, debates e experiências artísticas. Edifício está em obras desde 2023.
O festival propõe, este ano, 14 espetáculos e performances, que incluem três estreias absolutas nos palcos e seis estreias em solo nacional.
Em entrevista, a atriz Helena Caldeira fala sobre as suas origens, os primeiros projetos, o teatro, a liberdade e "Rabo de Peixe", série que a projetou além-fronteiras.
O diretor português vai manter-se na direção do Festival d’Avignon por mais quatro anos, até 2030.
Um novo menu num restaurante lisboeta, Festa do Livro em Belém, uma festa da cerveja no Algarve, um evento de vinhos em Braga e propostas culturais em Penafiel são as nossas sugestões.
Começou a pagar a renda da casa aos 5 anos, entrou no teatro aos 10, esteve na Guerra Colonial e fundou uma companhia de teatro, A Comuna. Em 2021 despediu-se dos palcos, mas voltou. Ainda trabalha como ator e encenador - e não quer parar.
Setembro é o mês em que os teatros reabrem e, de Norte a Sul, há apostas fortes para convencer o público que regressa de férias. Eis algumas delas.
"A arte e a cultura não devem ser cúmplices da omissão, nem da indiferença", lê-se em nota oficial da direção do teatro. alertando para "o massacre de civis palestinianos em Gaza".
A abertura do festival multidisciplinar vai ficar a cargo da cantora, atriz, dançarina e coreógrafa britânico-ruandesa Dorothée Munyaneza.
Tiago Rodrigues tinha adiantado que a peça regressaria aos palcos nacionais "no início de 2026" e confirmou-se: de 12 a 17 de janeiro, poderá ser vista na Culturgest, em Lisboa.
Um empresário agrícola que ofereceu a primeira guitarra a Amália Rodrigues, o militar inglês que perdeu o braço na II Guerra, o parente excêntrico que subia o Chiado de marcha atrás num Rolls-Royce e uma das famílias mais ricas do País. Estes são os descendentes de Arnaldo João.
"Este crime não pode passar impune. A violência contra a liberdade de expressão e de criação não pode passar", lamentou o encenador e dramaturgo.