Há centenas de milhares de pessoas deslocadas devido aos incêndios em Espanha e França
Mais de 300 mil pessoas já foram deslocadas na sequência dos fogos que assolam os dois países.
Mais de 300 mil pessoas já foram deslocadas na sequência dos fogos que assolam os dois países.
A região autónoma de Madrid está a enfrentar "o pior incêndio da história", disse esta sexta-feira a presidente do governo autonómico, Isabel Díaz Ayuso.
Cerca de 20 mil pessoas foram retiradas de localidades e parques de campismo na costa atlântica francesa, na quinta-feira, devido a um incêndio florestal que continua a lavrar perto de Lège-Cap-Ferret, a sudoeste de Bordéus. As chamas já consumiram mais de 2.400 hectares e mobilizaram cerca de 700 bombeiros, apoiados por meios aéreos.
Um incêndio deflagrou, na tarde desta quarta-feira, numa área de mato que une Almorox, em Toledo, a Villa del Prado, em Madrid, Espanha. O incêndio ameaçou habitações e várias localidades tiveram de ser evacuadas.
Vários incêndios florestais continuam a lavrar na ilha italiana da Sicília e obrigaram, esta quarta-feira, à retirada de moradores de duas localidades no município de Santo Stefano Quisquina, na província de Agrigento. As chamas, alimentadas pelo vento e pelas temperaturas elevadas, mobilizam centenas de operacionais e meios aéreos no combate ao fogo.
PROGRAMA DE LITERACIA FINANCEIRA CHEGA A MAIS DE 7 MIL ALUNOS
Vários incêndios florestais atingiram diferentes zonas da Sicília, em Itália, alimentados pelas altas temperaturas e pelo vento forte. As chamas obrigaram ao combate intenso dos bombeiros e ameaçaram habitações e áreas agrícolas.
"A Palavra é o Lugar: A Constituição da(s) Comunidade(s)" é o título da exposição que inaugura quinta-feira, 23 de julho, e que pode ser vista até 30 de novembro.
A rede de balcões e de caixas automáticas tem vindo a reduzir-se em Portugal, privilegiando as empresas financeiras as localizações com mais população, mais atividade económica e intensidade turística, o que penaliza territórios menos povoados.
Segundo revelou o Conselho Superior de Investigações Científicas de Espanha, num comunicado.
Chamas já consumiram mais de 15 mil hectares e obrigaram à evacuação de várias localidades, enquanto centenas de operacionais continuam no terreno.
Maria da Graça Carvalho apontou a falta de investimento como uma das causas.
Com dois novos furos a injetarem água na rede pública.
Câmara Municipal está a tentar restabelecer as reservas de água.
Incêndio em Espanha terá começado com a "queda de um poste elétrico". Numa zona de pouca àrea florestal, o fogo seria, à partida, "invulgar" mas a topografia e o matagal que cobre o terreno acabou por funcionar como "combustível", transformando um foco inicial num dos incêndios mais mortíferos de Espanha.
Presidente da Câmara Municipal, Inês de Medeiros (PS), decretou quarta-feira a situação de alerta no município.