Da habitação à imigração: o que distingue André Ventura e António José Seguro
Portugueses voltam às urnas no próximo domingo e a SÁBADO explica-lhe o que defendem os dois candidatos presidenciais em temas como saúde, imigração ou habitação.
Portugueses voltam às urnas no próximo domingo e a SÁBADO explica-lhe o que defendem os dois candidatos presidenciais em temas como saúde, imigração ou habitação.
Matérias como a contratação a termo ou o 'outsourcing' são "inaceitáveis", refere a UGT.
PSD e CDS abstiveram-se no projeto apoiado por 42,5 mil cidadãos para alargar a licença parental. Todos os outros partidos votaram favoravelmente.
“Não faz sentido aprovar isoladamente esta iniciativa”, quando há um processo de “diálogo” com os sindicatos e associações patronais, diz deputada do PSD. Todos os outros partidos se mostram a favor da iniciativa que alarga a licença parental a seis meses e a 100%, sem partilha.
O PSD pode continuar a governar – embora devesse pensar por que razão tem de estar sempre a negociar com o Chega e o PS –, mas uma dinâmica de crescimento baseada nos seus princípios identitários acabou. O que não toma posição, abre as portas do que tem aos devoradores.
A CGTP tinha pedido em 15 de dezembro uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, reafirmando a exigência de retirar o pacote laboral, expressa, "de forma inequívoca", na greve geral de 11 de dezembro.
Portugueses vão às urnas no dia 18 de janeiro. Isto é o que defende cada candidato presidencial nos temas da saúde, imigração, habitação ou defesa.
Adiamento deveu-se a "motivos de agenda".
Candidato defende que "neste momento não estão reunidas as condições para uma lei [laboral] passar".
Eurico Brilhante Dias promete que o partido vai "garantir um empenhado movimento de apoio aos trabalhadores e àqueles que querem uma lei laboral equilibrada e justa".
Barómetro da Intercampus mostra que 6 em cada 10 inquiridos concordam com a paralisação de 11 de dezembro convocada pela UGT e CGTP, apesar de quase três quartos não terem feito greve.
"Um voto num candidato da esquerda à minha esquerda é um voto na direita", disse Seguro. António Filipe apontou que votos para Seguro cairiam "no mesmo cesto" de Marques Mendes e Gouveia e Melo.
Manuel Castro Almeida assegura que o Executivo tem de negociar com as centrais sindicais para o anteprojeto da reforma laboral chegar a bom porto. "Se for preciso deixar cair 10 ou 20 muito bem", reconhece.
Fazer uma greve geral tem no sector privado uma grande dificuldade, o medo. Medo de passar a ser olhado como “comunista”, o medo de retaliações, o medo de perder o emprego à primeira oportunidade. Quem disser que este não é o factor principal contra o alargamento da greve ao sector privado, não conhece o sector privado.
A ambiciosa conversa dos debates é só isso mesmo. Vão-nos prometendo ser um bom coach do regime.
Candidatos divergiram sobre revisão da lei laboral apresentada pelo executivo, SNS e a questão da promulgação da Lei da Nacionalidade. Papel da UE deixou os dois em acordo.