Como Donald Trump está a tornar a China grande outra vez
A imprevisibilidade da Casa Branca está a aproximar os seus parceiros tradicionais da China. Cátia Miriam Costa considera que o gigante asiático "se tem revelado mais estável do que os EUA".
A imprevisibilidade da Casa Branca está a aproximar os seus parceiros tradicionais da China. Cátia Miriam Costa considera que o gigante asiático "se tem revelado mais estável do que os EUA".
Keir Starmer aborda, numa visita ao Japão, o novo escândalo a envolver o irmão do rei.
Starmer lidera uma delegação com mais de 50 empresários britânicos na sua visita oficial à China, a primeira realizada por um chefe de Governo do Reino Unido em oito anos.
As declarações surgem depois de Xi Jinping ter recebido Keir Starmer em Pequim, e semanas após um encontro semelhante com o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney.
O Presidente norte-americano mostrou-se otimista a que as reuniões com líderes europeus em Davos permitam uma solução para o controlo da Gronelândia pelos EUA, como Trump tem insistido.
Primeiro-ministro britânico apela ao diálogo.
O presidente dos EUA anunciou uma nova taxa de importação à França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia, pela oposição ao controlo da Gronelândia.
Os serviços de informação britânicos sugeriram que o projeto poderia facilitar atividades de espionagem.
O Governo declarou que as ações de violência “excediam os limites das manifestações pacíficas e eram consideradas sabotagem organizada”.
Este financiamento fornecerá novos veículos, sistemas de comunicação e capacidades de proteção contra 'drones', garantindo que as tropas britânicas estão prontas para o destacamento.
O primeiro-ministro referiu que Portugal pode, no entanto, contribuir para a força de paz de outras formas.
A Gronelândia, uma vasta ilha ártica com uma população de 57.000 habitantes, possui recursos minerais significativos, a maioria dos quais ainda inexplorados, além de uma localização estratégica.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, apelou a uma transição pacífica para a democracia na Venezuela, mas recusou-se a criticar o ataque dos EUA, que capturaram o presidente Nicolás Maduro e a sua esposa.
O primeiro-ministro britânico Keir Starmer disse que quer “estabelecer os factos” depois de os EUA terem lançado um ataque em grande escala contra a Venezuela e capturado o presidente Nicolás Maduro e a sua esposa.
Trump garante que Estados Unidos capturaram Nicolás Maduro e a sua mulher.
Por ter quebrado promessas e não ter até agora estado à altura de responder ao desafio de lutar "pela alma do nosso país" é de antever o pior para Keir Starmer.