Governo britânico admite possibilidade de proibir manifestações pró-Palestina
Na sequência do ataque antissemita ocorrido em Londres.
Na sequência do ataque antissemita ocorrido em Londres.
A polícia informou que Essa Suleiman enfrenta duas acusações de tentativa de homicídio relacionadas com o ataque, ocorrido em Golders Green, na quarta-feira.
O Rei citou Trump que, durante a sua visita de Estado a Londres, disse que “o laço de parentesco e identidade entre os EUA e o Reino Unido é inestimável e eterno, é insubstituível e inquebrável".
Atirador que tentou invadir o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca acabou por ser detido.
Responsáveis militares de 44 países de todos os continentes estão em Londres durante dois dias, numa reunião que pretende criar uma missão de caráter defensivo, para deminar e proteger navios da marinha mercante no Estreito de Ormuz.
Rapper americano já havia sido impedido de entrar no Reino Unido, estando em causa a partilha de declarações antissemitas e agora França planeia proibir os seus concertos. Em Portugal, a tutela responsável ainda não se pronunciou.
Presidente francês também já tinha anunciado a realização de um encontro, em breve, "com países dispostos a contribuir" para "uma missão multinacional pacífica com o objetivo de restaurar a liberdade de navegação" no estreito de Ormuz.
Vários líderes do Bloco acreditam que a derrota de Viktor Orbán pode reaproximar a Hungria da União Europeia.
O rapper esteve envolvido em polémicas depois de ter feito comentários antissemitas, de ter lançado uma canção de apoio a Hitler e de ter vendido t-shirts com uma suástica.
A Pepsi já deixou de ser o patrocinador principal do Wireless Festival, que acontece no Finsbury Park entre os dias 10 e 12 de julho, devido à presença do rapper.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, concordaram que os aliados devem unir-se para restaurar a navegação no Estreito de Ormuz quando as circunstâncias o permitirem.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, apresentou, esta quarta-feira, um plano para mitigar o impacto da crise energética agravada pela guerra no Médio Oriente. As medidas incluem a redução nas faturas por agregado familiar e o investimento em energia renovável produzida internamente para reduzir a dependência externa.
Presidente norte-americano mostrou-se descontente com o facto de os aliados não o terem ajudado a reabrir o Estreito de Ormuz.
Sobre a importância da reabilitação das infraestruturas para a transição económica da Síria, os dois "discutiram oportunidades para que empresas britânicas de vários setores desempenhem um papel nesse processo".
Para garantir a estabilidade do mercado energético mundial.
Joana Ricarte, especialista em relações internacionais e política do Médio Oriente, não acredita que o Irão possa arrastar os países europeus para este conflito. Mas tudo pode mudar se o governo de Mojtaba Khamenei for colocado numa posição em que perceba que não vai sobreviver.