Miragens, delírios e triunfos
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
A companhia energética pública do Qatar anunciou que novos ataques de mísseis iranianos causaram "danos consideráveis" no complexo de gás de Ras Laffan.
O presidente dos Estados Unidos pede aos aliados navios de guerra no estreito, ameaça o futuro da NATO, mas todos lhe respondem “não”. O politólogo José Filipe Pinto explica que tudo passa por uma questão de direito.
Apoio de 53 milhões surge após a subida dos preços dos combustíveis devido ao conflito no Médio Oriente.
Starmer disse estar a trabalhar "com todos os aliados, incluindo os parceiros europeus, para elaborar um plano coletivo viável que possa restaurar a liberdade de navegação".
A resposta alemã surge na sequência do apelo de Donald Trump para que os países afetados pelo bloqueio do Estreito de Ormuz garantissem a segurança da navegação.
O estreito de Ormuz está praticamente fechado devido às ameaças da Guarda Revolucionária iraniana.
Londres já tinha enviado aviões de combate, mísseis de defesa antiaérea, radares e sistemas antidrone para Chipre e Qatar em janeiro e fevereiro.
Ministério dos Negócios Estrangeiros acusou o embaixador de acusando-o de "tentar arrastar a região do Médio Oriente para um conflito mais amplo".
Presidente dos EUA vai "cortar todos os acordos com Espanha" e atira ao Reino Unido enquanto elogia a Alemanha.
Trump garantiu que a operação “está a correr muito bem” e defendeu que se os Estados Unidos não tivessem atacado o Irão teria atacado.
Presidente dos EUA criticou Keir Starmer e ainda considerou que o presidente da câmara de Londres "é terrvel".
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, defendeu que é “vital evitar uma nova escalada” no Médio Oriente e apelou ao regresso ao processo diplomático, após os recentes ataques entre os Estados Unidos, Israel e o Irão.
As medidas visam o setor energético russo, bem como redes internacionais de comércio ilícito de crude e empresas fornecedoras de equipamentos militares ao exército russo.
"Preservámos a Ucrânia e tudo faremos para alcançar a paz e para que a justiça seja feita. Queremos paz, uma paz forte, digna e duradoura", garantiu o chefe de Estado.
Imagens mostram o embaixador a sair de casa acompanhado pela polícia e a entrar num carro.