António Lobo Antunes. O principezinho de Benfica
Foi uma criança precoce e altamente mimada pela família, mas rebelde. Era admirado pelos irmãos e popular entre os colegas de escola. Fumava às escondidas e odiava comer (principalmente sopa).
Foi uma criança precoce e altamente mimada pela família, mas rebelde. Era admirado pelos irmãos e popular entre os colegas de escola. Fumava às escondidas e odiava comer (principalmente sopa).
Há muita coisa em que eu sou muito pouco francês, na história e na política. Deixemos de lado a Revolução Francesa, Ça Ira. Da revolução francesa ficou Maio de 1968, mas a história do século XX é uma desgraça, o que torna ainda mais ofensiva a empáfia patriótica e nacionalista dos franceses.
Minissérie de 4 episódios, "Toda a Luz que Não Podemos Ver" tem Mark Ruffalo, Aria Loberti e Hugh Laurie no elenco. É uma adaptação de um romance que venceu um Pulitzer de Ficção e chega esta 5.ª.
Eles casam-se de fato de treino, elas de calças. Substituem as alianças por tatuagens e para evitar o desperdício usam a roupa da festa mais vezes. A tendência dos casamentos de 2023 são as anti-bride, cada vez mais irreverentes e famosas nas redes sociais.
O que eu achava mais admirável nas primeiras viagens pelos territórios do Norte era uma espécie de culto da frugalidade...
Guardemo-nos das interpretações apressadas, e das condenações a olho. Mas se as panelas de pressão não têm válvulas de escape em ordem, explodem. Sem casaco e gravata à mão, agrava-se o Cazaquistão.
A versão portuguesa do filme conta com as vozes de, entre outros, Vasco Palmeirim, Nuno Markl, Maria Emilia Correia, Isabel Ribas e Francisco Pestana.
O mar de Rui Reininho é imenso e profundo, nele cabem os problemas da adolescência, os inadaptados, sintetizadores e taças orientais, como se ouve em 20.000 Éguas Submarinas, o novo trabalho a solo.
A saga da agência secreta Força SIGMA tornou James Rollins um dos autores mais lidos no mundo, mas em Subterrâneo, o romance de estreia recém-editado em Portugal, já prenuncia o seu estilo singular.
A avaliar por uma notícia recente do The New York Times, dir-se-ia até que as semelhanças entre Tarzan e Trump, duas crianças grandes fugindo das responsabilidades dos crescidos, são bem maiores que as diferenças.
Não é um romance de antecipação de Júlio Verne, nem uma nota de rodapé sobre conflitos míticos ou imemoriais. Trata-se do conflito mais perigoso para a chamada “paz mundial”.
Fala-se do melhor do cinema, da televisão, da música, do teatro, da moda, até dos smoothies. Mas quando chega a altura de rebobinar 2018, as pessoas esquecem-se do humor.
Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar a Lua. As missões Apolo ainda voltaram lá algumas vezes, mas no cinema, antes e depois de Armstrong, está-se sempre a regressar à Lua: para encontrar monólitos, passar férias ou criar uma Estrela da Morte.
Os termómetros deixam adivinhar a chegada do tempo quente. Celebre-o com um copo (ou dois) na mão. De preferência cheios com alguns dos novos cocktails de Lisboa e do Porto
De decifrar a estrutura do ADN até fotografar o planeta Neptuno, do incrivelmente minúsculo ao desmesuradamente infinito, parece que deixou de haver fronteiras para o conhecimento.
De 30 de Janeiro a 4 de Fevereiro, o cinema passeia pelo Porto. É o IndieJúnior Allianz, que pretende juntar "pais, avós e professores" em seis dias de cinema, oficinas criativas, debates e até bailaricos no foyer do Rivoli