Escolas de vícios
As jotas partidárias têm má fama, mas as escolas já ensinam os piores podres da política.
As jotas partidárias têm má fama, mas as escolas já ensinam os piores podres da política.
Presidente de Câmara do Entroncamento, eleito pelo Chega, contratou deputado municipal em Loures. Em Almada, vereador contratou autarca de Lisboa. A isto junta-se por todo o País casos de contratação de filhas, irmãs, primas e namoradas.
O jornalista da SÁBADO Alexandre R. Malhado explica o histórico de “jobs for the boys” do Chega, o partido que prometeu acabar com os "tachos" na política nacional.
Os que se agarram ao telefone e às redes sociais, os ideólogos, os estrategas e os convocados para ir à televisão. Quem é quem nas tropas dos cinco principais candidatos.
As eleições presidenciais têm sido dominadas pelo fim das “averiguações” do caso Spinumviva e pelas acusações e respostas de Marques Mendes sobre o seu papel como “facilitador”. Este é o problema que poderia ter tido também, nos mesmos exactos termos, se António Vitorino concorresse.
Tal como em 2021, oposição estará em vantagem, mas agora menos. Houve perdas e conquistas (com destaque para mais 30 mil votos e novas juntas), choros e gritos de vitória. E alívio por João Ferreira, um dos heróis da noite para a campanha.
Gouveia e Melo e Rui Rio querem presidencializar o regime à sua maneira muito própria.
Enquanto Ventura elegeu os seus próprios assessores (um deles celebrou a morte de Odair Moniz), o partido moveu militantes-adeptos de cachecóis na mão, hostis a jornalistas e rivais políticos.
Ainda sem a contagem final dos votos, o líder do partido dedicou o seu discurso de vitória à subida ao segundo lugar. Pelo meio, humilhou o socialista Pedro Nuno Santos e piscou o olho a Luís Montenegro, como fez há um ano.
Os portugueses gostam verdadeiramente da revolução dos cravos, respeitam-na e admiram os seus heróis.
António Sala deu o seu acervo para um novo museu. Júlio Heitor recorda os tempos da estação pirata, Fernando Alves e Olga Cardoso falam da magia das manhãs. Os maiores radialistas falam a propósito do Dia Mundial da Rádio, que se assinala nesta quinta-feira (13 de fevereiro).
Trocaram presentes em modo amigo secreto, falaram sobre ter filhos e escolher candidatos presidenciais – e picaram-se. São adversários o resto do ano, mas a SÁBADO juntou-os em paz.
Vários especialistas apresentam novas pistas para uma pergunta tão antiga quanto a humanidade: Deus existe? E ainda: entrevista ao antigo diretor-geral de Saúde e dois temas de Natal – o almoço dos jotas e as sugestões de Consoada dos chefs emergentes
Desde o 25 de abril, várias são as causas que ganharam com haver "jotas". Desde a IVG ao casamento de pessoas do mesmo sexo, sem esquecer o fim do serviço militar obrigatório.
Sofia defende financiar habitação pública com jogos de casinos e é a sucessora do atual líder. Bruno quer dar 500 euros a quem faz 18 anos e representa a oposição. Começou a luta pela jota.
Ministros de Montenegro ordenaram várias auditorias a serviços do Estado. Nuno Cunha Rolo refere que auditorias trazem quase sempre vantagens e Adelino Maltez diz que muitas são "marteladas".