Luís Neves “é uma personalidade forte num Governo frágil”, diz José Luís Carneiro
O secretário-geral do PS disse que espera que o Governo aprenda com o novo ministro da Administração Interna.
O secretário-geral do PS disse que espera que o Governo aprenda com o novo ministro da Administração Interna.
Questionado sobre se compreende que o PTRR seja votado em abril, o líder socialista disse que o porquê dessa data "é uma questão que merece ser esclarecida".
O líder do PS criticou a falta de medidas concretas na apresentação do plano de recuperação pós-tempestades, feita esta sexta-feira por Luís Montenegro.
Apesar de realçar que “o Governo estará a dar o seu melhor”, o líder do PS disse que, nas visitas que fez às zonas afetadas, ouviu das populações que a resposta é insuficiente.
Secretário-geral do partido compromete-se a reafirmar os socialistas "como a única alternativa credível para governar Portugal".
Na sede do partido, o dirigente socialista defende que o PS tem colocado os interesses do País "acima dos interesses partidários".
José Luís Carneiro referiu que as medidas hoje apresentadas resultam do que ouviu nas suas visitas ao terreno nos contactos com famílias, empresas e responsáveis municipais.
José Luís Carneiro referiu que irá fazer uma avaliação do que correu mal e que irá comunicar com Luís Montenegro diretamente.
“Só um Governo insensível pode deixar um presidente de Câmara sozinho numa situação destas”, diz José Luís Carneiro.
O líder socialista pediu que o Governo envie uma equipa para o terreno de modo a “garantir a estas pessoas que o seu futuro não tem o grau de incerteza que temem hoje”.
No NOW, o líder parlamentar do PSD afirmou que a extinção do SEF criou a "situação de caos" que se conhece no País.
José Luís Carneiro lembrou que é o primeiro-ministro “que dá orientações à Proteção Civil”.
Líder do PS foi o primeiro líder a pronunciar-se, minutos depois do anúncio da demissão de Maria Lúcia Amaral. O secretário-geral do PS defendeu que a saída da MAI "é a prova de que o Governo falhou na resposta" à tempestade e lembrou que "o mais importante responsável da Proteção Civil" é o primeiro-ministro.
Maria Lúcia Amaral abandona o cargo depois de várias críticas à resposta à tragédia provocada pela tempestade Kristin, que atingiu Portugal continental a 28 de janeiro.
"O Partido Socialista tem uma responsabilidade acrescida. O Chega não atingiu os seus objetivos, André Ventura ficou muito aquém deles", começou por destacar o advogado e ex-ministro José Luís Arnaut. Acrescenta ainda que tem "a certeza" de que António José Seguro seguirá um sentido "de moderação".
"Julgo que a vitória de António José Seguro é sua, em primeiro lugar, da sua coragem. Ele avançou sozinho, com estimativas eleitorais muito baixas. E a partir de uma atitude de coragem progressivamente conquistou os portugueses, isso é uma grande alegria", reitera o secretário-geral socialista.