Sábado – Pense por si

D. Pedro e a mulher, a princesa Leopoldina, tiveram sempre uma relação muito próxima. A festa do seu casamento foi uma das mais luxuosas do Rio
Ana Taborda

Rio de Janeiro, a capital de todo o império

Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

O seguro enganou-me?

O artigo de capa desta semana explica como evitar problemas com os seguros. Descubra ainda que há mais casos do Chega com a Justiça, além das malas roubadas e da pedofilia.

Susana Lúcio

Como é ser pai depois de ter sido avô

Têm mais experiência de vida do que os pais jovens e desfrutam mais do presente. Três pais tardios contam à SÁBADO como é viver uma paternidade grisalha.

Raquel Lito

Padre Cruz: cinco histórias do Santo do Povo, que em breve será beatificado

Ainda não está nos altares da Igreja, mas pouco falta. Duas ex-jornalistas da SÁBADO reconstituem a história deste clérigo nascido em Alcochete e que, quase 75 anos após a sua morte, continua a ter devotos. O livro Padre Cruz: o Santo do Povo está nas livrarias a partir desta terça-feira, dia 11.

Vanda Marques

A vida privada de D. Pedro IV, rei e imperador

Era hiperativo, sofria de epilepsia e caiu 36 vezes do cavalo. Colecionava amantes – com uma delas trocou mais de 200 cartas – e filhos ilegítimos, mas foi um marido romântico e pai dedicado. Como político, não era agarrado ao poder e escreveu contra a escravatura. Abdicou de dois tronos – o português e o brasileiro –, mas mudou a História para sempre.

Susana Lúcio

As relíquias mais macabras em Portugal

Além do coração de D. Pedro IV, que será trasladado para o Brasil, há outros restos mortais de santos e criminosos, preservados em Portugal.

Paulo Barriga

Três concursos, a mesma vencedora

Dirigente do PS vence três concursos diferentes para chefias de divisão da Câmara de Beja. Num deles teve 22 numa escala de 20, num dos critérios. E em seguida desvincula-se do partido.

Margarida Davim

Os fabulosos irmãos Rebelo de Sousa

Partilham a gargalhada, a fé católica e o interesse por causas sociais. Marcelo é o mais ao centro, António o socialista, Pedro o conservador. Cresceram nos corredores do poder e vingaram na política, na academia, nos negócios e na advocacia.

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