Irão: EUA impediram passagem de 139 navios por Ormuz desde início do bloqueio
O bloqueio da passagem de navios de e para portos iranianos continua em vigor, apesar de Trump ter decidido na quinta-feira suspender os ataques à República Islâmica.
O bloqueio da passagem de navios de e para portos iranianos continua em vigor, apesar de Trump ter decidido na quinta-feira suspender os ataques à República Islâmica.
Na sua rede social, Truth Social, Trump pediu às autoridades iranianas que libertem mulheres que diz estarem condenadas à morte, adicionando que seria um "ótimo começo para as negociações" com a República Islâmica.
Estados Unidos e Irão iniciam negociações de paz, em Islamabad, dominadas pelo fim do bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passavam 20% do petróleo e gás natural liquefeito do mundo antes da guerra lançada em 28 de fevereiro por Estados e Israel contra a República Islâmica.
A República Islâmica mantém o estreito de Ormuz bloqueado "aos inimigos" desde o início da guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel a 28 de fevereiro.
Quando aperta a vontade de tirar uns dias e rumar a sul, Tavira, Santa Luzia e Cacela Velha são destinos que não enganam.
Num comunicado Pezeshkian lamentou a morte de Larijani, descrevendo-o como uma "figura distinta e valiosa, fonte de amplos e diversos serviços e realizações em várias áreas da República Islâmica".
Uma série de fortes explosões abalou esta sexta-feira Teerão, segundo jornalistas da agência noticiosa francesa AFP, após Israel anunciar nova onda de ataques, neste 14.º dia de ofensiva conjunta com os EUA contra a República Islâmica. Augusto Santos Silva, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, abordou no NOW o conflito no Médio Oriente.
A ofensiva lançada pelos Estados Unidos e por Israel há onze dias para decapitar a República Islâmica resultou em mais de 1.200 mortes em solo iraniano.
A escolha da Assembleia de Peritos do novo líder supremo do Irão foi anunciada no domingo, uma semana após a morte de Ali Khamenei, em 28 de fevereiro, no primeiro dia dos ataques dos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica.
A revolução islâmica de 1979 mudou a forma como o Irão e Israel se relacionam
Fala-se do filho do Xá. Fala-se de líderes no exílio. Fala-se de figuras que, do exterior, prometem um novo Irão. Mas raramente se equaciona um nome que está, e sempre esteve, dentro da própria história política da República Islâmica: Mohammad-Reza Khatami.
Os participantes exibiam bandeiras do Irão com o Leão e o Sol dourados, a bandeira anterior à atual da República Islâmica. E também se viam bandeiras dos EUA e Israel.
Israel e EUA lançaram sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", que acabou por vitimar o Líder Supremo.
Criada após a Revolução Islâmica de 1979, a Guarda Revolucionária tornou-se um dos principais pilares do regime iraniano, respondendo diretamente ao líder supremo, o ayatollah Ali Khamenei. A União Europeia decidiu, no final de janeiro, sancionar a força pelo seu papel na repressão interna, classificando-a como organização terrorista.
O responsável do executivo da República Islâmica do Irão criticou o facto de o líder ucraniano, “aberta e descaradamente, defender uma agressão ilegal dos Estados Unidos da América (EUA) contra o Irão”.
Grupo ultranacionalista estaria a preparar um ataque à comunidade islâmica em Portugal.