Trump estendeu tapete vermelho para receber Xi Jinping com honras militares
Tradicionalmente os líderes norte-americanos não recebem outros chefes de Estado no aeroporto e preferem encontrá-los na Casa Branca.
Tradicionalmente os líderes norte-americanos não recebem outros chefes de Estado no aeroporto e preferem encontrá-los na Casa Branca.
Portugal vai crescendo ao ritmo da média. E numa corrida em que os outros aceleram, andar à média é ficar para trás.
Acordo terminava a 10 de novembro.
"Os agentes de IA autónomos e descontrolados lançaram com sucesso ciberataques coordenados e alteraram as suas respostas para ocultar as suas batotas", relatou Bengio.
O presidente norte-americano, Donald Trump, quer mudar a designação da Inteligência Artificial para ‘Super Inteligência’. A proposta foi apresentada durante o discurso na Assembleia-Geral das Nações Unidas, onde afirmou que o novo termo é mais adequado para descrever a tecnologia.
A escassez de competências está a dar novo peso à formação. Saber onde investir pode fazer a diferença numa carreira.
Para os executivos, usar tecnologia será cada vez mais básico, mas saber questionar, decidir e assumir responsabilidades pode ser uma verdadeira vantagem.
A IA, os dados e a mudança acelerada dos negócios estão a criar espaço para um novo perfil de executivo, mais adaptável e preparado para continuar a aprender.
No The Lisbon MBA Católica|Nova, a inteligência artificial já está integrada transversalmente no currículo e aplicada a desafios reais de estratégia e tomada de decisão, combinando tecnologia, pensamento crítico, ética e sustentabilidade.
O conhecimento que os executivos adquirem por via da formação continua a contar, mas já não chega. O verdadeiro valor de um profissional mede-se pelo que transforma, melhora e faz acontecer numa organização.
Entre uma nova certificação e uma competência que pode mudar a forma de trabalhar existe uma diferença que é a capacidade de pôr o conhecimento em prática.
Robotização, espionagem, controlo e ataque ao controlo dos outros, perturbação generalizada de todos os sistemas que usam informação, mesmo os mais rudimentares, dos semáforos, ao controlo aéreo, análise dos melhores meios para a ofensiva e para a defensiva, armas “inteligentes”. Tudo isto pode dar torto e descontrolar-se? Sem dúvida.
Caímos na era dos múltiplos riscos. Têm origens diferentes, mas entrecruzam-se e, ocorrendo no mesmo momento histórico, provocam efeitos cumulativos. Para lá da vulnerabilidade política (desastre Trump, incerteza europeia) e da ameaça bélica (passada russa a Leste, instabilidade no Médio Oriente), há também a emergência climática (verão mais quente e mortífero de sempre na Europa) e a vertigem tecnológica (alertas sobre possível "desalinhamento" na IA).
Os cegos aí estão a dizer: eis a saída, é por aqui! O mundo só acabará com dois apocalipses paralelos. Um já não é suficiente, desde a invenção da Internet.
Para atrair e reter trabalhadores, as empresas oferecem cada vez mais apoios extra salariais onde a resposta pública falha: saúde, fertilidade, pensões, habitação e cuidados com filhos e doentes. Os benefícios flexíveis, com zonas cinzentas nas vantagens fiscais, são outra tendência. E também há quem dê mais tempo livre, com o mesmo salário.
O Presidente dos Estados Unidos afirmou que vai ter de "escolher" entre "aniquilar" o Irão ou chegar a um "acordo" com Teerão.