Sábado – Pense por si

As eleições são um momento de clarificação. Que os herdeiros de 1776 não se deixem vencer pelo esquecimento, sob pena de o oceano que nos une voltar a ser fronteira

A América refém do seu próprio legado

A nova edição do concurso anual da FLAD convidou jovens entre os 18 e os 23 anos a apresentarem um artigo original que explore um tema da política dos EUA, relacionando-o com o ciclo eleitoral de 2026. Eis o vencedor.

A ciência entra na era da IA feita à medida

A questão central não é se devemos ou não usar IA para fazer ciência. Essa resposta já foi dada pela realidade: a IA entrou definitivamente nos laboratórios. A questão é quem controla essas ferramentas, com que objetivos, sob que regras e com que grau de transparência.

Trump preso ao regime iraniano

Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.

Ana Lua Caiano vai dar sequência ao álbum de estreia, Vou Ficar Neste Quadrado, editado em 2024
LusaSÁBADO

Ana Lua Caiano edita novo álbum em novembro

"Devagar que a vida é curta" é o título do novo disco da artista portuguesa. Será editado a 6 de novembro pela alemã Glitterbeat Records, casa discográfica da banda turca-neerlandesa Altin Gun.

Por nossas mãos

Um fundo sem fundo

Mais que a incoerência, a questão central é financiar o quê e como. Portugal ainda tem uma dívida elevada e tanto Bruxelas como o Banco de Portugal preveem que o Governo vá incumprir os limites de despesa já no próximo ano.

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Feira medieval em Pinhel custou meio milhão de euros
Francisco Máximo Gaié

Meio milhão de euros para uma feira medieval?

Sim, e só para uma edição, pagos pela câmara de Pinhel, incluindo €75 mil só para criar a "narrativa" do evento. Como o poder local e o Estado Central gastam milhões todos os anos em adjudicações bizarras.

O poder e a influência dos movimento católicos mais conservadores
Alexandre R. Malhado

O poder e a influência dos movimento católicos mais conservadores

Estão em claro crescimento. Abrem colégios, espalham comunidades por todo o País ou criam páginas de Instagram que movem dezenas de milhares de pessoas. Há quem esteja em ministérios e no Parlamento. Têm códigos e liturgia própria – tudo para espalhar a Fé.

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