GNR afirma que casal encontrado em Montemor-o-Velho podia estar "desorientado"
Os corpos devem agora ser levados para o Instituto de Medicina Legal para se confirmar a causa da morte.
Os corpos devem agora ser levados para o Instituto de Medicina Legal para se confirmar a causa da morte.
Viatura foi localizada perto da Quinta do Seminário durante a madrugada desta quarta-feira.
Enfermeiro sofreu múltiplos ferimentos de arma de fogo.
Um total de 73 pessoas continuam internadas, 24 das quais em estado grave, e entre estas quatro menores.
"stamos a falar de uma pena mínima de 16 anos por cada um dos três crimes de homicídio", disse o procurador.
Porta-voz do primeiro-ministro israelita anunciou que libertação dos prisioneiros só acontece após entrega de todos os reféns, vivos ou mortos.
Primeiras informações davam conta da morte do homem alemão e do estado grave da mãe do menino.
O gabinete que está a investigar o acidente prevê publicar na sexta-feira uma nota informativa "dando conta das constatações iniciais confirmadas".
Polícia Judiciária diz que com "elevado grau de probabilidade" há um cidadão alemão, dois canadianos, um ucraniano e um americano entre os mortos que ainda não tinham sido identificados até agora.
Agora, com os restos de Idan Shtivi, declarado oficialmente morto, o gabinete do ministro Paulo Rangel solidariza-se com o sofrimento do seu pai e da sua mãe, irmãos e tias, e tios. Família. Antes, enquanto nas mãos sangrentas, nem sequer um pio governamental Idan Shtivi mereceu.
Corpos pertencem, na maioria, a jovens: um francês, dois argelinos e um tunisiano. O principal suspeito é um sem-abrigo.
O incêndio terá sido provocado por um curto-circuito num colchão antiescaras.
Internacional português tinha 28 anos e o irmão, 25. Carro onde seguiam incendiou-se depois de ter saído da estrada.
Cresceu numa importante família burguesa do Porto, mas sofreu com o divórcio dos pais, quando tinha 3 anos. Jogava futebol e “andava sempre todo esmurrado e com ligaduras”.
Os hoteis-cápsula estão a crescer na Europa. A ideia nasceu no Japão há 45 anos.
Andrew Salgueiro Maia tem um teste de ADN que prova quem é o seu pai, mas o Tribunal alega que esgotou os prazos legais.