Miragens, delírios e triunfos
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
A invocação de «causa de força maior» para suspender contratos de fornecimento de combustíveis ou alumínio era consequência certa e previsível da guerra.
Neste universo mental, a política internacional não é um confronto entre regimes com valores incompatíveis. É uma sequência de pareceres jurídicos, notas de rodapé e interpretações doutrinárias que fazem jurisprudência gerando precedente em que a moral é relativa.
Depois de Estados Unidos e Israel terem abatido o líder supremo do Irão foram várias as outras caras importantes do regime que também foram eliminadas. Entre elas estão membros dos serviços de inteligência e das forças armadas.
Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.
Os Houthis do Iémen libertaram 11 marinheiros detidos desde o ataque ao navio Eternity C, em julho, que matou quatro tripulantes e afundou a embarcação. Os homens foram entregues a Omã, que está a preparar o seu regresso a casa.
O presidente dos Estados Unidos e o príncipe saudita mantêm uma relação próxima que não foi abalada nem pelas questões de jornalistas relativas à morte do jornalista Jamal Khashoggi.
As lojas da marca portuguesa vão fechando e as dívidas atingem os €49,5 milhões. A crise agravou-se devido aos ataques de piratas aos contentores e os resultados tiveram uma quebra vertiginosa de 9.200%.
Cinco dos detidos são iemenitas e quinze funcionários internacionais, além destes 25 os rebeldes já libertaram onze funcionários da ONU após interrogatórios.
António Gueterres exige a libertação imediata dos trabalhadores.
Um grupo de combatentes aliados do governo exilado do Iémen afirmou, esta quarta-feira, ter apreendido 750 toneladas de mísseis e armamento fornecido pelo Irão destinado aos rebeldes Houthis do país.
Ofensiva terrorista do Iémen registada em vídeo espetacular de propaganda do grupo apoiado pelo Irão.
O ataque não foi reivindicado de imediato.
A aceitação do princípio de «guerra preventiva» e a violação impune, à semelhança do que ocorre na Ucrânia, da interdição de ataque a instalações nucleares civis, é, desde já, uma das mais perigosas consequências da guerra.
Os confrontos já duram há décadas, mas só agora começaram a voar os mísseis. Especialistas acreditam que Israel se esteja a aproveitar do enfraquecimento iraniano para ganhar vantagem.
A vaga de ataques lançada por Israel contra o Irão traça a via do mais que provável destino do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares: catástrofes inomináveis.