Um fundo sem fundo
Mais que a incoerência, a questão central é financiar o quê e como. Portugal ainda tem uma dívida elevada e tanto Bruxelas como o Banco de Portugal preveem que o Governo vá incumprir os limites de despesa já no próximo ano.
Mais que a incoerência, a questão central é financiar o quê e como. Portugal ainda tem uma dívida elevada e tanto Bruxelas como o Banco de Portugal preveem que o Governo vá incumprir os limites de despesa já no próximo ano.
Trump tenta ir de drama em drama para disfarçar a sua total e manifesta incapacidade de desenvolver políticas públicas estruturadas. Sem soluções para a inflação que ele próprio criou pela aventura irresponsável no Irão, o Presidente dos EUA afunda-se num segundo mandato errático, incompetente e impopular. Nada que não se adivinhasse. Só não viu quem não quis ver. Onde andavam no primeiro mandato?
Pacheco Pereira teve, por breves instantes, argumentação factual, mas sobretudo conseguiu fazer prova de vida, mantendo a aura intacta para as tertúlias e conferências. Já Ventura voltou a incendiar os ânimos das suas hostes nesse combate contra tudo o que não seja slogan do Chega.
Depois de quatro anos e um fim em suspenso, a terceira temporada de “Euphoria” (HBO Max) regressa esta segunda-feira para ajustar contas e inaugurar novos capítulos.
Presidente da câmara de Matosinhos diz que almoços nas marisqueiras são uma “uma forma eficaz de trabalhar”. Faturas mostram consumo massivo de marisco, com despesas que chegam a 2 mil euros. Recusa revelar quem participou nesses repastos, alegando “proteção de dados pessoais”.
Trump não tem objetivos claramente definidos e pode ter de escalar a guerra no Irão para não ficar com figura de perdedor. Não há plano da Casa Branca, não há consistência nos comportamentos. Putin agradece, Netanyahu sai reforçado. E a base MAGA aceita, passivamente, a enorme contradição de apoiar o contrário daquilo que durante anos exigiu. Demasiado perigoso para ficarmos só a rir de tamanha incoerência.
Em "Deadbeat", o novo álbum de Tame Impala, Kevin Parker dança com os fantasmas da sua própria música e existência. A pista está cheia, mas a viagem parece perder-se no experimentalismo.
Guru, intelectual, milionário, próximo do Presidente, promotor de Vance, parceiro de Musk - e arauto do fim da democracia. Agora vai saber tudo sobre cada americano.
Vamos ver quais serão os efeitos desta nova "onda" de tecnocracia igualmente auto-proclamada, como o foi no passado, não ideológica. Confesso que não estou descansado – bem pelo contrário.
O dono da Prozis, patrocinador do polémico anúncio contra o aborto, tem um podcast com 100 mil seguidores, está a formar uma “comunidade” chamada "V Império" e a tentar legalizar um novo partido político libertário na economia e ultraconservador nos valores, com os estatutos copiados dos do PCP. Milhão vai criar uma fundação "pró vida” e tem a ambição de entrar no negócio nos media. Para onde corre?
A presidente da associação a favor da interrupção voluntária da gravidez fala da sua experiência pessoal, queixa-se da falta de literacia na área e quer que a ERC faça uma análise jurídica à publicidade antiaborto de Miguel Milhão. Em contraponto, a embaixadora da Prozis e mãe de três filhos, Joana Amaral Dias, defende a liberdade de expressão.
Na primeira década do Instagram (2010-2020), uma jovem enganou o mundo fazendo-o crer de que com alimentação saudável tinha vencido um cancro. Como é que isso não daria uma série?
O cientista é o autor de um novo livro em que aborda vários temas que geram reações fortes das pessoas, das terapias alternativas à participação das pessoas transgénero no desporto feminino. Garante que "os bons amigos" não se perdem em discussões.
Tratamentos com injeções penianas, concierges sexuais e aulas sobre o prazer sensual fazem parte da nova oferta turística de hotéis de cinco estrelas.
Veremos se a história se repete como tragédia – ou se uma desconhecida Vice-Presidente, sorridente e pouco dada a detalhes, prevalece sobre o caos.
Ana Milhazes, especialista em slow living, afirma que os portugueses vivem mais agarrados a bens materiais do que outros povos.