Socialismo
Ventura elege o ataque ao socialismo para se apresentar como um grande purificador do regime. Com todos os perigos que isso comporta.
Ventura elege o ataque ao socialismo para se apresentar como um grande purificador do regime. Com todos os perigos que isso comporta.
Há 30 anos que o brasileiro Rodrigo Koxa anda pelo mundo à procura das maiores ondas e já teve um recorde. Agora, na Praia do Norte, poderá ter atingido um novo máximo: 29 metros. “Foi perfeita, a mais linda”.
O ex-ministro de Cavaco Silva fez 80 anos. Gosta de carros, restaurantes e viagens. Casou e foi pai tarde, sobreviveu a uma depressão e fundou o banco BIC em Portugal. Tem a mágoa de nunca ter sido ministro das Finanças.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Rejeitam as pantufas e o sofá com o fito de dar mais vida aos anos. Bons exemplos de quem contraria o prazo de validade com que a sociedade tende a carimbar os que saem do mercado de trabalho. E os especialistas que empurram os seniores para o exercício, a comida saudável e o convívio.
Milhares de portugueses que saíram de Angola e de Moçambique há 50 anos não vieram para Portugal ou apenas passaram pelo país. Muitos já tinham nascido em África. Houve quem voltasse mais tarde, mas vários continuam fora, onde se relançaram. Escaparam ao rótulo de "retornado", mas não ao sentimento de perda.
A coleção saiu da estação de metro de Lisboa, onde esteve por 30 anos, para o Palácio Nacional de Mafra. A partir de 22 de novembro podemos ver cerca de 500 objetos - alguma mudaram de cor com a limpeza - e peças que estavam perdidas nas reservas.
Começou a pagar a renda da casa aos 5 anos, entrou no teatro aos 10, esteve na Guerra Colonial e fundou uma companhia de teatro, A Comuna. Em 2021 despediu-se dos palcos, mas voltou. Ainda trabalha como ator e encenador - e não quer parar.
As zonas centrais de Lisboa e Porto apresentam preços proibitivos para quem quer comprar casa, por isso, a tendência passa por apostar nos arredores. E ainda: uma exposição sobre D. Amélia e uma entrevista ao encenador João Mota
Cinquenta e dois avós escreveram como viveram o dia em que a palavra liberdade pôde ser gritada em Portugal. O desafio tornou-se num livro
Da ficção à não ficção, entre autores nacionais e internacionais, as editoras apostam forte num mês que para muitos é de férias (e leituras na praia).
A língua portuguesa é o principal factor de identidade nacional que dos EUA à China transporta alguma coisa de um país que não tem dimensão global no plano económico. Mas mesmo aqui, em matéria da língua, o português deve hoje muito mais ao Brasil.
Embora seja agora perfeitamente evidente que não há conquistas civilizacionais (sociais e políticas) irreversíveis, há que não entrar em desesperos e desânimos.
Nove séculos, 10 milhões de pessoas: o que nos distingue? Os leitores ditaram a ordem, numa votação online no site da SÁBADO. Ganhou a língua portuguesa (“a minha pátria”, para Pessoa), seguida pelo 25 de Abril, mas houve espaço para a saudade, o vinho e o bacalhau ou a trilogia Fátima, futebol e fado. Sabemos ver-nos ao espelho? Retrato em 21 imagens, uma por cada ano da SÁBADO.
A atriz e encenadora teve uma vida cheia: nasceu e cresceu rodeada de livros e começou cedo a fazer teatro - aos 12 anos ganhou o primeiro ordenado numa peça no Rádio Clube Português. Ficou órfã aos 6 anos, mas o amor que recebeu na família instigou-a a viver com um sorriso.