Sábado – Pense por si

A lagartixa e o jacaré

Quando o "não é não" é "não é sim"

Há uma coisa que tenho pena de não fazer na vida, ir ao espaço. Eu sei que é uma coisa perigosa, dura, incómoda, mas no meu tempo é aquilo que se pode fazer de ir mais para a frente. Não ter peso, olhar de cima, verdadeiramente de cima, esta cada vez mais infeliz Terra, é uma experiência única. Já vi muita coisa, mas esta faz-me falta.

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O cerco à Constituinte, a 12 de novembro de 1975, interrompeu os trabalhos mas não os travou
Maria Henrique Espada

O dia C da democracia

A Constituinte sobreviveu a um cerco (que Pinheiro de Azevedo alvitrou terminar à bomba), golpes e contra-golpes, a deputados sem salário e a muitos berros de “fascista”. Terminou em júbilo e hino: cumpriu a missão.

Quem despreza os aliados acaba sozinho

Trump destratou os aliados e depois chamou-lhes "cobardes" por não quererem ajudar a resolver Ormuz. O Presidente dos EUA teve o seu "momento Pearl Harbor" ao lado da primeira-ministra japonesa e agravou a ideia de que partiu para o Irão sem plano e sem a mínima noção do que poderá acontecer no "dia seguinte". Já agora: quando poderá ser esse "dia seguinte"? Alguém vislumbra como é que isto pode acabar?

Ventos de Oeste

Cuidado com os idos de março

O que aconteceu nos EUA com as nomeações de juízes para o Supremo Tribunal Federal feitas por Trump e “carimbadas” pela sua maioria MAGA no Senado, deveria ser um sinal de alerta mais do que suficiente para os perigos que decorrem de um acordo com um partido xenófobo, racista e fascista como é o Chega.

Incêndio num centro petrolífero, nos Emirados Árabes Unidos.
Bruno Faria Lopes

Só um fim rápido da guerra evitará uma crise

As economias já estão na zona de risco, mas o choque depende do tempo do conflito no Irão e do grau de destruição do setor da energia no Golfo. No cenário pior, o impacto no bolso, a prazo, virá de várias frentes.

Bombardeamento no parque energético de Fujairah, nos EAU
Bruno Faria Lopes

Só um fim rápido da guerra evitará a crise

As economias já estão na zona de risco, mas o choque depende do tempo e do grau de destruição do setor da energia no Golfo. O impacto no bolso virá de várias frentes.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos
Vasco Rato

A segunda Guerra Fria desenrola-se no Golfo Pérsico

Trump quer quebrar o "eixo de resistência" em tempos montado para gerar um equilíbrio de poder mundial desfavorável aos Estado Unidos. Do outro lado está a China, e por isso as potências médias que a ela se aliaram são agora um alvo.

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