Presidenciais: Paulo Raimundo apela "ao voto necessário" em António José Seguro
Secretário-geral do PCP não considera que Seguro representa a esquerda, mas entende que o voto no socialista é necessário para derrotar Ventura.
Secretário-geral do PCP não considera que Seguro representa a esquerda, mas entende que o voto no socialista é necessário para derrotar Ventura.
Gouveia e Melo considera que está a deixar aos portugueses que confiaram em si "como candidato independente" um contributo "para uma escolha consciente e esclarecida".
Rio justificou o voto, afirmando não querer “um Presidente populista, um Presidente que não tem problemas nenhuns em mentir e em utilizar argumentos falaciosos para conseguir subir, utilizar demagogia, um Presidente do Tik-Tok”.
Se, nesta segunda volta, André Ventura não crescer significativamente para lá dos seus territórios tradicionais, sobretudo contra um candidato socialista, a “liderança da direita” só servirá como ornamento.
E ainda o estranho caso da fotógrafa do CDS-PP e os secretários de Estado que continuam a pedir ajuda para a renda
Mais do que a eleição do Presidente, o que está realmente em dúvida é o desfecho de mais uma batalha na guerra entre os blocos da direita liberal e iliberal
António José Seguro e André Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro, depois de, em 18 de janeiro, o candidato apoiado pelo PS ter conquistado 31,12% dos votos e Ventura, líder do Chega, obtido 23,52%.
O chefe do executivo disse que neste momento está apenas focado em governar.
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
Candidato mostrou-se feliz com os apoios que tem vindo a receber de vários quadrantes políticos, mas reforçou que no dia das eleições é preciso ir às urnas.
A opção encontrada, não declarar apoio formal a nenhum dos candidatos, é, paradoxalmente, a única racional.
No domingo, António José Seguro e André Ventura foram os mais votados na primeira volta das eleições para o Palácio de Belém e vão disputar a segunda volta, em 08 de fevereiro.
Os apoiantes de Marques Mendes e de Gouveia e Melo deverão, na grande maioria, transferir o seu voto para Seguro na segunda volta e o mesmo fará a esquerda. O maior número de indecisos está entre quem votou Cotrim de Figueiredo.
Dos 1.797 que votaram, 1.779 (99%) escolheram "sim" à pergunta sobre se o Livre deveria apoiar a candidatura de António José Seguro na segunda volta, tendo 18 votado "não".
O PSD pode continuar a governar – embora devesse pensar por que razão tem de estar sempre a negociar com o Chega e o PS –, mas uma dinâmica de crescimento baseada nos seus princípios identitários acabou. O que não toma posição, abre as portas do que tem aos devoradores.
Seguro foi andando, como a tartaruga da lenda, até cruzar a meta para espanto das lebres. A vitória final está a um passo, mas depende dos votos da direita. Como consegui-los?