Sábado – Pense por si

Fenómeno de “turismo de  saúde” acontece sobretudo em Lisboa
Rita Rato Nunes

Turismo de saúde: os casos mais flagrantes de quem viaja só para usar o SNS

Há mulheres que saem do avião para a sala de partos. Há quem telefone do aeroporto para a linha SNS24 para entrar numa urgência. E quem alugue quartos perto de um hospital para ser operado onde “não se paga”. Ninguém sabe exatamente quantos são e onde se encontram. Deixam dívidas.

Gulbenkian e o país mais verde do mundo

Não quero colocar em causa a transição energética, nem todas as medidas cheias de boas intenções ambientais. Mas irrita-me uma coisa bastante mais simples: enquanto salvávamos o planeta em PowerPoint, fomos desmontando, peça a peça, parte da nossa soberania energética.

Há várias empresas - britânicas, suíças, americanas e israelitas, por exemplo - especializadas em cobrar dívidas médicas
Ana Taborda

Os caçadores de dívidas médicas

Quando o turista não paga a conta do hospital, há empresas que vão atrás do incumpridor - e do pagamento - em mais de 100 países. Uma delas, britânica, é especializada em faturas de dentistas. Portugal ainda não sabe quanto devem os estrangeiros.

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