Sábado – Pense por si

Há várias empresas - britânicas, suíças, americanas e israelitas, por exemplo - especializadas em cobrar dívidas médicas
Ana Taborda

Os caçadores de dívidas médicas

Quando o turista não paga a conta do hospital, há empresas que vão atrás do incumpridor - e do pagamento - em mais de 100 países. Uma delas, britânica, é especializada em faturas de dentistas. Portugal ainda não sabe quanto devem os estrangeiros.

Reentrada do Estado no capital da REN pode levar à descida da fatura elétrica? "Não vai acontecer"

Reentrada do Estado no capital da REN pode levar à descida da fatura elétrica? "Não vai acontecer"

A jornalista do Negócios Patrícia Vicente Rua analisou no NOW a decisão do Governo de adquirir uma participação de cerca de 13% no capital da REN. Esclareceu que "não há uma relação direta" entre esta compra e uma redução do preço da eletricidade para os consumidores, sustentnado que a REN opera a rede de distribuição e não produz nem vende energia. Refere assim que a intenção do Executivo passa por ter capacidade de influenciar decisões estratégicas de investimento.

Uma só fila de servidores pode gastar tanto como um edifício de escritórios.
Bruno Faria Lopes

Centros de dados poderão gastar metade da energia elétrica consumida em Portugal

Só a Start Campus, em Sines, pesará o equivalente a 20% da eletricidade gasta hoje no país quando estiver a funcionar a todo o vapor. Apesar da filtragem maior dos projetos, há ainda vários na calha. Sem atenção ao ritmo de licenciamento de novos centros, e sem mais geração de energia renovável, o boom tornará os preços mais altos para todos.

AMALIA: 5,5 milhões de euros deitados ao lixo?

A afirmação é dura, mas os factos sustentam-na. O AMALIA alucina. Inventa factos, referências, acontecimentos e explicações com a mesma fluência com que acerta. Reproduz enviesamentos, pode gerar conteúdos tóxicos ou discriminatórios e é vulnerável a manipulação através de instruções maliciosas.

Donald Trump perdeu a narrativa

Donald Trump perdeu a narrativa. O Irão foi um desastre, o Supremo já lhe tinha travado as tarifas e agora travou-lhe o ataque aos filhos de imigrantes nascidos nos EUA, a inflação que não para de subir. Claro que há sempre aqueles 30 e poucos por cento que abdicaram de pensar pela própria cabeça, mas a sangria nos independentes, nos jovens, nos latinos e nos negros é evidente. Tivessem votado com mais consciência: os sinais estavam todos lá.

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