Nove anos de mandato, uma obra: a falta de água
Os almadenses não pedem milagres nem obras faraónicas. Pedem que, quando abrem a torneira, saia água.
Os almadenses não pedem milagres nem obras faraónicas. Pedem que, quando abrem a torneira, saia água.
Mário Amorim Lopes referiu a polémica em torno da correção dos exames nacionais, a falta de água em Almada, o aumento do custo de vida, a crise na habitação ou as dificuldades de acesso à saúde.
Inês de Medeiros garantiu que as medidas de cortes programados visam diminuir a pressão sobre o sistema público e recuperar os níveis dos reservatórios.
Segundo Inês de Medeiros, por trás das falhas no abastecimento de água está “o aumento da população, mas que evidentemente não começou este ano”.
Inês de Medeiros garante que atuou de imediato assim que percebeu que o consumo de água estava a registar um aumento anormal, "porque a fissura de um furo pode demorar cerca de dois meses a ser feito".
O BE defende que a autarquia deve disponibilizar de imediato pontos de acesso a água potável nas zonas mais afetadas e reforçar a comunicação com a população, com avisos prévios sobre interrupções no abastecimento.
Vereador Paulo Sabino, afirmou que as sucessivas falhas no abastecimento de água "foram a gota de água".
A CMTV falou este domingo com mais pessoas que desesperam com ausência de avisos e a continuidade dos problemas no abastecimento. Além da falta de água nas torneiras, apontam que situação já provocou o esgotamento da água à venda nos estabelecimentos comerciais.
Numa altura de elevadas temperaturas e forte afluência de turistas à região.
A falta de água continua a afetar várias localidades de Almada, com cortes súbitos que se prolongam por várias horas. A gestão da autarquia socialista de Inês de Medeiros está sob fogo, com os moradores a exigirem explicações perante a ausência de avisos e a continuidade dos problemas no abastecimento.
Agentes da imigração já mantiveram detidas mais de 400 crianças por um período superior a 20 dias.
Os anos com pouca chuva vão aumentar em Portugal e não será a abundância momentânea de intempéries que irá alterar o panorama de falta de água
A falta de água no enclave é algo que preocupa a UNICEF e a OMS, que pede a entrada de combustível para a central de dessalinização.
Relatório de Ameaças Ecológicas, produzido pelo Instituto de Economia e Paz (IEP), analisou quais os países com maior risco de conflito, agitação civil e deslocamento de pessoas causado pela degradação ambiental e eventos relacionados com o clima.
Estes incêndios são de natureza diferente dos que habitualmente ocorrem nas florestas sem mão humana, como um mecanismo de purga natural. Sim, são os homens que tem culpa dos incêndios, do calor, da falta de água, a que depois se soma os erros no seu combate.
Tempo quente e seca tem afetado os animais.