Ensaio geral ficcional e delirante sobre a questão das notícias
Um dia sem notícias seria realmente assustador. Seria, na verdade, um dia sem acontecimentos; seria, de alguma maneira, o dia a seguir ao apocalipse.
Um dia sem notícias seria realmente assustador. Seria, na verdade, um dia sem acontecimentos; seria, de alguma maneira, o dia a seguir ao apocalipse.
O Presidente dos EUA declara que o Direito Internacional é a sua "moralidade". A Venezuela foi só o início e a seguir vem Cuba? Regressa a teoria do "domínio do pátio traseiro". Daí não vem novidade. Mas a Gronelândia é outra coisa: os EUA de Trump não excluem atacar uma democracia aliada. Ou seja: a NATO pode atacar a NATO. O paradoxo dispensaria mais explicações
Neste caso, conselheiros de Netanyahu são suspeitos de terem recebido pagamentos de Doha para promover os interesses do Qatar em Israel.
A situação de emergência alimentar está a multiplicar os casos de fome e há organizações internacionais a alertar que o pior ainda pode estar para vir. Israelitas negam que faltem alimentos e acusam o Hamas de manipular as imagens que chegam do território, mas impedem a entrada de jornalistas.
"Fomos sequestrados em águas internacionais e levados contra a nossa vontade para Israel", disse Thunberg, afirmando que "não infringiu nenhuma lei".
Há formalidades que são essenciais e que, quando não são cumpridas, nos colocam a todos numa situação que não corresponde, de todo, a um normal funcionamento das instituições democráticas.
O advogado Elvino Dias foi assassinado em Maputo, capital de Moçambique, no sábado. Esta segunda as manifestações da população levaram a confrontos com as forças de segurança.
Salvemo-nos da crise climática, mas salvemo-nos também do plano da Climáximo.
Será natural que as eleições parlamentares europeias sejam alvo de uma vasta campanha de desinformação proveniente da Rússia. O objetivo será eleger o maior número de eurodeputados pró-Moscovo, eurocéticos, antiamericanos e antiguerra na Ucrânia. Putin pretende um bastião eleitoral cada vez maior em Bruxelas.
"Considerando o estado de guerra desde 7 de outubro e as ameaças recentes a Israel, e tendo em conta os riscos de evolução do conflito, devem continuar a evitar-se todas as viagens não essenciais a Israel e países da região", referiu a diplomacia portuguesa, em comunicado.
"Estamos em estado de guerra. Sim, começou como uma operação militar especial, mas assim que todo este bando se formou, quando o Ocidente coletivo participou em tudo isto ao lado da Ucrânia, para nós tornou-se uma guerra", disse Dmitri Peskov.
Desde 19 de novembro que os huthis têm atacado navios no Mar Vermelho e no estreito de Bab al Mandeb, que dizem ter ligações a Israel.
Como um grupo de insurgentes ameaça afetar o comércio mundial à força de mísseis balísticos e abordagens a navios comerciais e como obrigou os EUA a reagir.
Podia Israel combater com eficácia o Hamas sem esta punição colectiva da população de Gaza? Claro que podia, bastava ter cuidado com os civis e cumprir, mesmo nos limites, as leis da guerra.
O movimento tem um programa com muitas propostas. Mas como expropriar CEOs e desinvestir em polícias? Perguntámos à porta-voz indicada pelos ativistas, que, quase sempre, ficou de ir ver.
Embora o Hamas esteja longe de representar os palestinianos, o ataque tem mais apoios “populares” do que apenas a organização na faixa de Gaza, em parte pelo sentimento de impasse na região