Próxima ronda de negociações da Ucrânia com Rússia e EUA será a 4 e 5 de fevereiro
Novas datas foram avançadas este domingo por Volodymyr Zelensky.
Novas datas foram avançadas este domingo por Volodymyr Zelensky.
Tom Homan, o enviado especial da Admnistração norte-americana para as fronteiras, afirmou, esta quinta-feira, que os agentes federais vão concentrar-se em alvos que representam "ameaças à segurança pública e à segurança nacional”, enquanto continuam operações de imigração no Minnesota.
A cedência de território, garantias de segurança e quando os combates devem cessar são as três questões centrais e nas quais os dois lados estão sob discórdia.
Witkoff viaja ainda esta quinta-feira para Moscovo, prevendo-se um encontro com a cúpula do Kremlin para transmitir o ponto da situação negocial com Kiev.
“Com base numa reunião muito produtiva que tive com o secretário-geral da NATO, formámos o quadro de um futuro acordo no que diz respeito à Gronelândia e, de facto, sobre toda a região do Ártico”, escreveu o presidente dos EUA nas redes sociais.
Os convidados que aceitarem fazer parte do Conselho da Paz e fizerem uma contribuição de um mil milhões de dólares podem garantir a sua adesão permanente.
O primeiro-ministro referiu que Portugal pode, no entanto, contribuir para a força de paz de outras formas.
A Gronelândia, uma vasta ilha ártica com uma população de 57.000 habitantes, possui recursos minerais significativos, a maioria dos quais ainda inexplorados, além de uma localização estratégica.
O alerta surge após novas ameaças de Donald Trump sobre o território autónomo da Dinamarca.
O embaixador dinamarquês nos Estados Unidos já referiu que os países são “aliados próximos" e reforçou: "A segurança dos EUA também é a segurança da Gronelândia e da Dinamarca”.
No passado o governador do estado norte-americano da Louisiana, Jeff Landry, defendeu que território autónomo dinamarquês da Gronelândia deveria fazer parte dos Estados Unidos.
Emissários de Trump estão a levar a cabo uma série de negociações, com Moscovo e com os ucranianos na esperança de chegar a um acordo sobre o conflito na Ucrânia.
Dez países europeus e líderes da União Europeia propuseram liderar uma "força multinacional" e fornecer apoio ao exército ucraniano.
O presidente francês, o primeiro-ministro britânico e o chanceler alemão também deverão marcar presença neste encontro.
A agência das Nações Unidas para a infância (UNICEF) indicou que o ataque tinha matado mais de 10 crianças entre os cinco e os sete anos, enquanto as autoridades alinhadas com o exército estimavam o número de mortos em 79, incluindo 43 crianças.
Presidente ucraniano admite que versão revista do plano de paz dos EUA "parece melhor", mas precisa ainda de ser trabalhada.