Irão: MNE iraniano defende que "não há soluções militares" para Estreito de Ormuz
O chefe da diplomacia iraniana alertou ainda os EUA e os Emirados Árabes Unidos (EAU) para que desconfiem daqueles que os querem "arrastar de volta para o lamaçal".
O chefe da diplomacia iraniana alertou ainda os EUA e os Emirados Árabes Unidos (EAU) para que desconfiem daqueles que os querem "arrastar de volta para o lamaçal".
O ex-ministro pessimista com a guerra - que infelizmente tinha razão; a difícil missão de conseguir faturas de refeições da câmara de Matosinhos; e a atriz em busca de fotografias perdidas do seu passado
Um incêndio deflagrou no emirado de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, depois de as defesas aéreas intercetarem um drone. Segundo as autoridades, o fogo terá sido provocado pela queda de destroços após a interceção do aparelho, tendo equipas de emergência sido mobilizadas para controlar as chamas.
Com o tráfego aéreo fechado, as autoridades a pedirem precaução e os preços das passagens a subir, há turistas a mudarem as reservas e os planos para as próximas férias. Cabo Verde, Canárias e Sardenha estão entre as alternativas preferidas de quem está a planear viagens.
Trump anunciou que "pior está para breve", Irão diz que "não vai negociar" e estreito de Ormuz foi fechado.
"Não venham à embaixada", pediu a representação diplomática norte-americana em comunicado.
Técnico do Al Ittihad Sports Club diz que se houver possibilidade de ir embora, vai "imediatamente". Explosões na cidade na sequência do ataque com mísseis de Israel e dos EUA ao Irão
Legitimada a sua culpa, estará Sócrates tranquilo para, se for preciso, fugir do país e instalar-se num Emirado (onde poderá ser vizinho de Isabel dos Santos, outra injustiçada foragida) ou no Brasil, onde o amigo Lula é sensível a teses de cabalas judiciais.
A Gulf Med Aviation, empresa a quem o Estado português concessionou serviços de helicópteros de emergência médica por 77 milhões de euros, esteve envolvido num escândalo de corrupção em Malta e tem ligações ao governo do Catar.
Emirado do Golfo Pérsico facilita relação com o Irão, investe milhões em instituições norte-americanas, especialmente no meio político e mediático. A troco de quê?
Na realidade internacional, seja no Médio Oriente, seja no universo da espionagem euro-americana, existe um mundo de sombras, onde o segredo, a aparência, o engano e a traição são reis
Como o terrorismo chegou a Moscovo. No ataque mais mortífero desde 2004 em solo da federação, o Kremlin tentou culpar a “janela” ucraniana, mas terá ignorado alerta prévio americano.
Não vai ser fácil o futuro do PS, mesmo que se possa prever a possibilidade de ser outra vez o primeiro partido. Mas sem maioria absoluta, quer à direita, quer à esquerda, a instabilidade é muita.
Capital do emirado com o mesmo nome, o Dubai desenvolveu-se em pouco mais de 100 anos. Com três milhões de habitantes, começou nas últimas décadas a crescer para as águas do Golfo Pérsico com os megaprojetos turísticos e residenciais de ilhas artificiais.
Os salários são muito mais altos do que em Portugal e não há IRS – o que se ganha é o que cai na conta. A criminalidade é tão baixa que há quem deixe o carro aberto. Estão rodeados de luxo e são aliciados pelos bancos para comprarem um Porsche ou um Ferrari. Há 351 portugueses donos de imóveis no Dubai e há quem gaste 10 milhões de euros numa casa.
Há já mais de 5.500 portugueses a viver no emirado árabe: o lifestyle, os salários e as excentricidades imobiliárias explicam a atração. Por cá, a enérgica Helena Sacadura Cabral, aos 89 anos, falou três horas quando só nos tinha prometido 40 minutos.