A santíssima Constituição
Depois de sete revisões passadas, achar que esta é que será importante, ultrajante ou salvífica, é investir contra moinhos de vento. Haja calma, que a gritaria destaca sempre os mesmos, e um pouco mais de modéstia.
Depois de sete revisões passadas, achar que esta é que será importante, ultrajante ou salvífica, é investir contra moinhos de vento. Haja calma, que a gritaria destaca sempre os mesmos, e um pouco mais de modéstia.
O projeto prevê a criação de um Conselho Geral Independente, como existe atualmente na RTP.
O ex-governador acha que serve mesmo para tudo, de São Bento a Belém, passando por mestre de obras megalomaníacas, e um certo PS também achou, durante bastante tempo.
Depois do sucesso das edições anteriores, com Salazar, Sá Carneiro, Álvaro Cunhal ou Freitas do Amaral, a SÁBADO traz agora as biografias de Pinto Balsemão, Jorge Sampaio, Natália Correia e Cavaco Silva. A primeira é da autoria de Joaquim Vieira, que recorda aqui como o ex-primeiro-ministro reagiu mal à história do filho fora do casamento e à tragédia de Camarate
Livros físicos, ebooks e audiolivros podem ser adquiridos na plataforma, que conta ainda com uma aplicação para smartphones, a Leya Lyvros.
Presidente do FC Porto comentou ainda a atitude que o avançado colombiano teve frente ao Alverca, quando disse não ter sofrido penálti, lamentando que Hjulmand não tenha tido "essa dignidade nos Açores"
Presidente portista destaca "golos e assistências" de Pietuszewski, de Fofana, de Moffi e ainda o jogo 1000 de Thiago Silva
O que se descreve não é normal, não é regular, não é aceitável e não parece ser bom para ninguém, a começar pelo tão criticado “regime”. Mas se o regime se auto-destrata assim, não se pode queixar de quem não o respeita. A incapacidade para executar mecanismos básicos de substituição de pessoas em vários cargos, e que dependem de acordo parlamentar, não é uma mera burocracia, é um teste aos mecanismos que a Constituição estabeleceu e que sustentam na base a arquitetura democrática.
Ventura pode revelar-se, sem o assumir, tão socialista quanto a oportunidade de ser simpático para os eleitores o dite. Mas ser um partido catch-all na economia enquanto brada a sua pureza direitista é uma espargata com os seus limites, mesmo para um contorcionista experiente.
Donald Trump quer criar uma coligação para assegurar a passagem segura de cargueiros no Estreito de Ormuz e desafiou sete países a enviarem navios de guerra para o estreito. "As forças iranianas foram muito reduzidas. Penso que é bom que outros países intervenham no conflito", afirmou. O diretor-geral editorial adjunto Medialivre, Armando Esteves Pereira, e o jornalista da SÁBADO Bruno Faria Lopes estiveram no NOW a falarem sobre o conflito no Médio Oriente. Segunfo Bruno Faria Lopes, "a geografia é uma coisa que joga muito a favor do Irão do ponto de vista militar e económico".
Seguro terá de encontrar uma forma de mediar e prosperar entre atores sem certezas, que não mostram saber o que fazer agora nem no futuro.
Armando Esteves Pereira, diretor-geral editorial adjunto, analisa o discurso de tomada de posse de António José Seguro, sublinhando a “serenidade, exigência e maturidade democrática” das palavras do novo presidente, que pediu responsabilidade e compromisso aos partidos.
Passos Coelho tem criticado abertamente a atuação do atual executivo. Montenegro deixou um desafio aberto para quem quiser liderar o PSD.
O diretor-geral editorial adjunto Medialivre, Armando Esteves Pereira, o jornalista da Sábado Alexandre Malhado e o analista político Raul Vaz estiveram esta quinta-feira no NOW e falaram sobre as críticas de Pedro Passos Coelho ao Governo depois de ter estado em silêncio durante anos. O ex-governante defendeu que o atual executivo deveria ter tentado um acordo de legislatura com o Chega e a Iniciativa Liberal.
O diretor-geral editorial adjunto Medialivre, Armando Esteves Pereira, o jornalista da Sábado Alexandre Malhado e o analista político Raul Vaz estiveram esta quinta-feira no NOW e falaram sobre a tensão que se vive no Médio Oriente, na sequência do ataque conjunto dos Estados Unidos e Israel contra o Irão a 28 de fevereiro, com o objetivo, segundo Donald Trump, de "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano".