O desafio do tudo ou nada no Irão
O tudo ou nada nuclear é o que mais importa nesta guerra.
O tudo ou nada nuclear é o que mais importa nesta guerra.
Talvez seja uma vã ilusão, mas tenho a secreta esperança de que a “próxima vítima” nas Américas, ou seja, Cuba, não se irá comportar de forma tão vergonhosa.
Mais do que duplica o valor face ao período homólogo (+€17,4M)
Nos dois comboios envolvidos no acidente viajavam cerca de 500 pessoas, 300 no comboio da empresa Iryo de Málaga para Madrid e 184 no da empresa Alvia, de Madrid para Huelva.
Sabemos que a saúde será sempre o maior desafio para um governante que tenha a coragem de ser ministro desta matéria.
Se vencer a Presidência da República, nunca veremos o dr. Seguro a despir os calções de banho nos areais da pátria. O homem é reservado, monótono, às vezes maçador – e talvez os portugueses queiram isso depois desta década de Big Show Marcelo.
O desespero que hoje sinto, mas por razões totalmente distintas, é ainda maior. Muito maior mesmo.
Não tereis, pois, paz na Ucrânia enquanto Putin e os seus fizerem valer a vontade de poder e a obsessão de império que consume a Rússia.
Quando João Cotrim de Figueiredo o apertou num debate, Ventura respondeu com a confiança de quem conta com a memória curta do eleitorado e trata todos os eleitores por estúpidos.
Foi o facto de se sentir zangado com a atitude da primeira figura do estado, que impulsionou Henrique Gouveia e Melo a se candidatar ao cargo de quem o pôs furioso.
O ChatGPT foi lançado no final de 2022 e, desde então, grande parte do conteúdo que encontramos online passou a ser produzido, parcial ou totalmente, por inteligência artificial. Falta discutir limites éticos.
Newsletter de segunda-feira.
A opinião de João Pereira Coutinho em podcast.
André Ventura, à nossa escala, é um sucesso de bilheteira – e as televisões sabem disso. Razão pela qual o abominam (em directo) e o adoram (em privado) porque the show must go on.
A opinião de João Pereira Coutinho em podcast
Disse que o panorama não era unicamente nosso: viver no centro de Londres ou Paris é igualmente incomportável. Além disso, o desprezo pelas periferias era um insulto directo a milhões de portugueses que lá vivem.