Pacote laboral. Os bastidores de sete meses de impasse
Erros políticos, greve e um novo ator: como a UGT, que representa um número residual dos traba lhadores do privado, ganhou protagonismo nas negociações da reforma laboral
Erros políticos, greve e um novo ator: como a UGT, que representa um número residual dos traba lhadores do privado, ganhou protagonismo nas negociações da reforma laboral
Politicamente não gerou consensos, mas foi inegável o estilo próprio que desenhou, tanto em eventos oficiais, como junto das pessoas. Por diversas vezes, foi o rei do imprevisto e do improvável. Marcelo Rebelo de Sousa, o "presidente dos afetos", e o ponto de foco das "marselfies", dissolveu a Assembleia da República três vezes. Mas também derreteu corações.
A “cartilha” italiana do Presidente Mattarella tem alguns pontos de contacto com as exigências que se colocam ao Presidente Seguro
As histórias aos quadradinhos estão a ganhar espaço nos catálogos. Deixamos algumas recomendações para os mais variados leitores de clássicos do género.
Foi presidente do partido entre 1992 e 2011, e presidente honorário desde então e até à data da sua morte, em 18 de janeiro de 2016.
A discussão sobre a corrupção em Portugal balança entre a gritaria ensurdecedora e o silêncio sepulcral.
Governo e Presidente da República têm legitimidades próprias, funções distintas e responsabilidades complementares.
Ser anti qualquer coisa é uma tática conhecida e a mobilização é frequentemente superior quando há circunstâncias de contexto que favorecem o ressentimento, a zanga ou a revolta. Se estamos zangados com algo, estamos mais ativados e propensos para certo comportamento.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
Na intervenção de abertura da reunião desta manhã da Comissão Política Nacional do PS
A convergência de fatores externos e internos vai continuar a pressionar os decisores europeus à medida que o crescimento económico continua morno, a erosão de consensos e as pressões sobre os governos se intensificam, a competição por recursos naturais acelera, a crise climática não abranda e os ataques híbridos e a insegurança cibernética passam a ser mais frequentes.
O histórico acordo de livre-comércio entre a União Europeia e o Mercosul cria a maior área de comércio livre do mundo.
A abstenção atual não nasce da ignorância e indecisão, mas da desilusão e elevada exigência diária, incluindo a leitura e reflexão. A abstenção não corrige o sistema, torna-o mais pobre. Menor participação fragiliza a legitimidade democrática e amplifica, pelo fenómeno da dispersão de votos, os extremos, amiúde fortemente organizados e hierarquizados.
Perante os jornalistas, antes de visar indiretamente alguns dos seus opositores na corrida a Belém, falou sobre os idosos cujas pensões não lhes permitem viver com dignidade.
Luís Marques Mendes considerou ser o candidato que poderá "ter um maior exercício de consciência social".
Marques Mendes tem demonstrado, de forma consistente, uma postura agregadora, capaz de unir em vez de dividir, de escutar em vez de confrontar.