A vida de António José Seguro quando entrar em Belém
Sem fugas de informação, não fez convite nenhum para a Casa Civil antes da tomada de posse e divide o tempo entre o escritório e as visitas silenciosas ao terreno.
Sem fugas de informação, não fez convite nenhum para a Casa Civil antes da tomada de posse e divide o tempo entre o escritório e as visitas silenciosas ao terreno.
Este novo pedido de adiamento partiu desta vez do Chega e terá a concordância do PSD, mas, para se efetivar, nenhum dos partidos poderá manifestar a sua oposição.
É absolutamente vital não deixar permitir por mais tempo a destruição do Estado Social e a deterioração do nível de vida dos portugueses e das portuguesas que é tão propício ao ressurgimento do novo D. Sebastião, ou seja, o verdadeiro herói e líder das Direitas, Pedro Passos Coelho.
Foi presidente do partido entre 1992 e 2011, e presidente honorário desde então e até à data da sua morte, em 18 de janeiro de 2016.
Tem agenda e quer trabalhar com metas. Sem boys e com registos transparentes das reuniões. Pretende falar pouco (em público) e promete ser fiel a Montenegro.
Cerimónia realiza-se no átrio central da sede da Caixa Geral de Depósitos (CGD), em Lisboa.
É injusto dizer que Seguro não se definiu. Foi claro em relação às leis laborais, a uma eventual revisão constitucional e em relação às áreas que considerou prioritárias, como a segurança ou a saúde.
Chegou antes de Marcelo às zonas afetadas pelo temporal. No carro, telefona a autarcas, seguradoras, empresários e bombeiros. Decidiu sozinho deslocar-se ao terreno. Planeia em silêncio, mas precisa do contacto com a população. Os dias em que Seguro afinou a sensibilidade presidencial.
Ventura não ganhará. E talvez fosse desejável que fizesse um percurso semelhante ao de Paulo Portas: não para se diluir numa voz indistinta, mas para, defendendo uma visão mais populista da sociedade, abandonar a verve de ameaça direta à democracia que hoje o define.
Candidato esteve este domingo em entrevista na SIC Notícias onde falou sobre a questão do mau tempo, dos incêndios, do plano internacional e sobre um eventual chumbo do Orçamento do Estado.
O relatório sobre a admissibilidade da petição, da autoria da deputada socialista Isabel Moreira, teve os votos contra do Chega, a abstenção do CDS e foi aprovado pelo PSD, PS e Iniciativa Liberal.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
"O cérebro dos nossos filhos e dos nossos adolescentes não está à venda", afirmou o presidente francês.
A opção encontrada, não declarar apoio formal a nenhum dos candidatos, é, paradoxalmente, a única racional.
Colocar António José Seguro na esquerda que sonha com a revolução socialista e não com o reformismo é um delírio
A Assembleia da República decidiu suspender a realização de sessões plenárias na semana anterior à segunda volta das eleições presidenciais de 8 de fevereiro.