Ventura vai recorrer para o Tribunal Constitucional de decisão da Relação sobre cartazes
Líder do Chega admitiu também recorrer ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, caso seja necessário.
Líder do Chega admitiu também recorrer ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, caso seja necessário.
"Isto não é mesmo o Bangladesh (mas parece)" ou "Sorria, estamos a ser substituídos", numa referência à "teoria da Grande Substituição", são algumas das frases mais visíveis.
Ação inicial foi interposta por seis queixosos
Oito associações ciganas anunciaram que iriam apresentar queixa no MP contra os cartazes, ponderando então também avançar com uma providência cautelar.
Dina Ventura é fisioterapeuta, já sofreu ameaças e não fala à imprensa. Margarida Maldonado Freitas é farmacêutica, descendente de uma família de convictos republicanos das Caldas da Rainha e não pretende abandonar a profissão
O advogado critica o “silêncio e/ou inação” face aos anteriores requerimentos, apresentados em outubro e novembro do ano passado.
Segundo um estudo do LabCom, no âmbito do ODEPOL – Observatório de Desinformação Política.
O também candidato presidencial Gouveia e Melo manifestou-se tranquilo sobre a investigação a ajustes diretos realizados na Marinha, afirmando que "quem não deve não teme", e declarou-se disponível para responder se for notificado.
Depois de ter anunciado que vai recorrer da ordem de retirada dos cartazes que visam a comunidade cigana, André Ventura, candidato presidencial apoiado pelo Chega e presidente do partido, subiu a um escadote e alterou um dos cartazes, conforme mostrou depois nas redes sociais.
O presidente do Chega diz que "está em causa a liberdade de expressão e de ação política".
Tribunal ordenou que o Chega retire os cartazes alusivos à comunidade cigana. Decisão não agradou André Ventura,
Em causa estão cartazes onde se lê: "Os ciganos têm que cumprir a lei".
À saída do tribunal no julgamento que vai decidir se os cartazes dirigidos à comunidade cigana podem continuar nas ruas o líder do Chega disse que não vai mudar de opinião e falou numa “montagem política”.
A ação em causa pretende que Ventura seja obrigado a pagar uma multa de cinco mil euros por cada dia de atraso ou por cartazes que venham a ser colocados e que tenham semelhante conteúdo.
Líder do Chega pediu para estar hoje no Parlamento, na discussão do Orçamento para 2026.
A ação, entregue no início deste mês, foi escrita pelo advogado Ricardo Sá Fernandes.