Israel vai construir uma estrada que atravessa o coração da Cisjordânia
A área E1 abrange cerca de 3% de toda a Cisjordânia ocupada e cria um triângulo entre Jerusalém, Belém e Ramallah.
A área E1 abrange cerca de 3% de toda a Cisjordânia ocupada e cria um triângulo entre Jerusalém, Belém e Ramallah.
O impacto da guerra em Gaza nos territórios palestinianos ocupados na Cisjordânia é bastante visível em cidades, como Belém, onde a maioria dos locais dependem de negócios ligados ao turismo e a taxa de desemprego na cidade aumentou de 14% para 64% durante a guerra.
A expansão de colonatos foi aprovada hoje pelo Gabinete de Segurança de Israel por proposta do ministro das Finanças, o ultrarradical nacionalista Bezalel Smotrich, e do ministro da Defesa, Israel Katz.
A decisão incluiu a legalização retroativa de alguns postos avançados ou bairros de colonatos já existentes bem como a criação de novos em terrenos de onde os palestinianos foram evacuados.
De acordo com o cessar-fogo acordado com o Hamas, em vigor desde 10 de outubro, as tropas israelitas deverão retirar-se da Faixa de Gaza de forma faseada, após uma retirada inicial dentro do território delimitado pela “linha amarela”.
A Autoridade Palestiniana anunciou que os responsáveis pelo atentado que causou uma vítima mortal e três feridos na Cisjordânia são dois jovens com 18 anos.
A lei foi aprovada no parlamento e aplaudida por ministros do executivo de Netanyahu.
Poder-se-á ir ao Estado da Palestina sem passar por Israel? Haverá retirada dos colonatos ilegais instalados em território palestiniano? Qual será o estatuto de Jerusalém? A lista de perguntas é enorme.
Um arremedo de estado num território em guerra cada vez mais exíguo e retalhado, com populações em fuga ou obrigadas a deslocação forçada, sem instituições capazes de assegurar em permanência funções administrativas básicas: esta é a realidade no terreno.
O modo como Portugal irá, daqui em diante, traduzir na prática este reconhecimento definirá se este foi um gesto de coragem ou de cobardia.
A "Comissão para a Paz" é o comité internacional que será responsável pela liderança da Faixa de Gaza, segundo o plano apresentado pelo presidente dos EUA.
A maioria das empresas apontadas tem sede em Israel, mas a lista inclui a empresa de carris ferroviários portuguesa Steconfer SA e outras sedeadas no Canadá, China, França, Alemanha, Luxemburgo, Países Baixos, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.
Benjamin Netanyahu chegou a Nova Iorque na quinta-feira e hoje vai discursar na Assembleia Geral da ONU.
Para sermos coerentes, reconhecer um Estado palestiniano obriga-nos a aplicar sanções ao Estado israelita.
Benjamin Netanyahu tem sugerido que o reconhecimento da Palestina vai originar uma resposta unilateral que pode incluir a anexação de partes da Cisjordânia.
O significado das classificações da guerra em Gaza como "genocídio" - e do reconhecimento do estado da Palestina. E o que dizem as "Suplicantes" em palco, a tragédia de Ésquilo reescrita por Sara Leitão Barros.