Sábado – Pense por si

A Wonder  Braz está  estacionada na Quinta da Fonte até ao fim de abril
Sofia Parissi

O triunfo do mono-produto

Num mundo apressado, há cada vez mais espaços a apostar tudo num só produto. Das propostas tradicionais às mais irreverentes, veja alguns dos exemplos.

Ivo Vieira com Pilar del Río, que foi à LusoSpace pôr um autocolante com uma frase de Saramago no satélite com o seu nome
Ana Taborda e Luana Augusto

As aventuras dos portugueses no espaço

Há empresas que vão limpar o lixo espacial e detetar satélites espiões - para evitar que destruam engenhos em órbita. Outras usam imagens da Terra para ajudar a gerir cheias e tsunâmis. E está a ser desenvolvida uma espécie de GPS dos mares, que permitirá comunicar avistamentos de orcas ou icebergues.

O investidor brasileiro Marcos Silva fotografado no exterior da sua moradia, inserida no Bloom Marinha (Cascais)
Raquel Lito

Luxo de Norte a Sul: são condomínios, mas parecem resorts

Não faltam mordomias: piscinas aquecidas, spas, segurança 24 horas. As mensalidades dos condomínios disparam na mesma medida, até aos €3.000, que poucos portugueses podem pagar. Brasileiros e norte-americanos dominam a procura. E há quem viva em antigos cinemas e sedes de jornais, convertidos em habitação de luxo com concierges.

As festas do Lux eram épicas, sobretudo as de aniversário e passagem de ano. Nem faltou a estrela do burlesco, com Dita Von Teese (canto inferior dt.º)
Raquel Lito

Lux muda de mãos: irlandês toma conta da icónica discoteca lisboeta

Abre-se um novo capítulo para a discoteca do armazém portuário, que vincou a noite da capital ao longo de 27 anos. A marca, criada por Manuel Reis e perpetuada por um coletivo de funcionários leais, terá novo patrão. É irlandês, chama-se John Darling e garante à SÁBADO “honrar o legado” do fundador. Veremos.

Brasil acolhe a COP30 em Belém, na Amazónia, com foco nas alterações climáticas
Tomás Guerreiro

A promessa da COP30, ou um “flop” na Amazónia

Com tudo para ser decisiva, a 30.ª edição da Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas foi só mais uma. O pulmão do mundo não inspirou os líderes dos 196 países a chegarem a bom porto: não há roteiro para a redução do consumo de combustíveis fósseis.

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