Portugal despede-se: as figuras públicas que desapareceram em 2025
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Tão intelectual quanto pop-star, foi um dos eixos da revolução cultural portuguesa do pós-25 de Abril. Cientista e escritora, foi-se afastando gradualmente da vida pública, mas a marca não desapareceu. Morreu em Estremoz, aos 65 anos
Jornalista apanhou sapos com a bióloga e juntas chegaram também a acampar. Diz que Clara Pinto Correia era "alegre, viva" e "diferente de todas as pessoas".
Escritora de 65 anos foi encontrada sem vida pela empregada, na sua casa em Estremoz.
A escritora de 65 anos foi encontrada pela empregada, na sua casa em Estremoz, mas já estaria morta há vários dias.
Foi publicada poucos dias antes de a escritora morrer.
Da energia irreverente dos anos 80 à maturidade literária de 2000, três romances fixam a vida de uma autora que foi estrela, prodígio e contradição.
A jornalista Raquel Lito entrevistou Clara Pinto Correia há um ano, na casa em que a bióloga e romancista vivia em Estremoz. Clara Pinto Correia foi encontrada morta em casa, esta terça-feira.
Morreu Clara Pinto Correia, mas a frase que deixou em 1991 continua a cortar o ar como se tivesse sido dita esta manhã. A sua vida, marcada por fulgor intelectual, fecha-se, mas a crítica feroz aos preconceitos permanecerá impressa.
Intelectual de proa, bióloga e romancista, casou-se três vezes, uma delas em Las Vegas com botas de pele de cobra. Adotou dois miúdos, teve uma depressão, declarou insolvência e deu explicações para pagar as contas. Sobreviveu a um acidente, nunca largou a escrita e mudou-se para Estremoz, a terra do seu primeiro amor.
Bióloga de renome e escritora de grande fama, Clara Pinto Correia teve uma vida cheia e repleta de altos e baixos. Morreu aos 65 anos.
As viagens exóticas, os hotéis luxuosos, as roupas extravagantes, as mulheres e os jantares com os amigos. Na semana em que os restos mortais de Eça de Queiroz vão ser transladados para o Panteão Nacional, relembramos a vida do escritor. E ainda: Clara Pinto Correia, Maude Queiroz Pereira e o património dos deputados do Chega.
Com receio de uma invasão da URSS, a República Federal Alemã assinou com Portugal uma série de acordos secretos para criar, em Beja, uma base de retaguarda para as forças alemãs. Graças a isso, Salazar conseguiu suportar o esforço de guerra em três frentes no Ultramar.
Onésimo Teotónio Almeida acaba de lançar O Século dos Prodígios, sobre o controverso papel dos Descobrimentos portugueses na história da ciência. É uma batalha que tem há muitos anos contra o que chama ignorâncias e correntes dominantes
Segundo o Correio da Manhã, o cadáver do fotógrafo estava dentro da viatura que foi encontrada na terça-feira. Polícia Judiciária admite hipótese de suicídio
O carro do fotógrafo Pedro Palma foi encontrado pela PSP, abandonado, em São Pedro de Sintra, Sintra. O ex-marido de Clara Pinto Correia desapareceu no sábado