Sábado – Pense por si

Capa da revista 1132
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar o coração

As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.

Febre de cirurgias e injeções: cada vez mais figuras públicas assumem tratamentos
Raquel Lito

Corrida às cirurgias e injeções em busca da eterna juventude

Cada vez mais famosas assumem os tratamentos – com preços que atingem €7 mil – nas redes sociais, através de parcerias com clínicas. Os jovens começam a entrar nesta maratona de fundo, que nem sempre tem bons resultados. Cirurgiões alertam para os exageros e psicólogos para problemas de autoestima, agravados pelo espelho virtual.

Lucília Galha

Melanie Tavares: "Mesmo as situações mais comuns podem tornar-se traumáticas"

A psicóloga clínica teve um trauma na infância e parte da sua experiência para ajudar adultos e crianças a superarem estas situações. Num livro publicado recentemente fala da importância de não minimizar o sofrimento, nem usar o discurso "isso depois passa". E dá dicas de como procurar ajuda.

Diogo Barreto

Quincy Jones (1933-2024)

O produtor, compositor e multi-instrumentista trabalhou com músicos de jazz, música ligeira e pop. Foi também um bon vivant e um modelo da ideia do “sonho americano”.

Sónia Bento

Já ouviu falar em labioplastia?

O aumento dos pequenos lábios vaginais pode provocar incómodo e afetar psicologicamente as mulheres, sobretudo as mais jovens que são mais exigentes com o aspeto da zona íntima.

Susana Lúcio

Como mudar de vida para aliviar a dor

Cada pessoa sente a dor de forma diferente, porque as vivências da infância e juventude influenciam a forma como o cérebro a interpreta. Tratá-la é vital e exige várias terapias. Se não o fizer arrisca-se a perder capacidades cognitivas.

Talvez crónica

Até que a morte os separe

Portugal está caro para quem teve o azar de ser português, Portugal está bom é para quem vem cá brincar aos portugueses. Hoje, mais do que nunca, há gerações que voltam para casa dos pais, porque precisam de colo e de tecto. Hoje, mais do que nunca, um casal vive mesmo até que a morte os separe.

Gonçalo Câmara

Bósnia, onde a alegria ainda demora

A guerra terminou em 95, depois de quatro anos absolutamente avassaladores. Nesse ano, a Sérvia recuou e foi assinado um acordo de paz. Se há feridas por sarar? Sempre. E notam-se.

A Newsletter Na Revista no seu e-mail
Conheça em primeira mão os destaques da revista que irá sair em banca. (Enviada semanalmente)