Apagar o Tinder e voltar aos jantares
As apps de encontros estão a perder utilizadores. A nova geração procura relacionamentos em festas, bares e outros encontros presenciais, como acontecia antes da Internet.
As apps de encontros estão a perder utilizadores. A nova geração procura relacionamentos em festas, bares e outros encontros presenciais, como acontecia antes da Internet.
Em média, as resoluções de ano novo duram entre dois a quatro meses. Definir metas realistas, priorizar a consistência e partir de um desejo genuíno de mudança pode fazer com que elas durem até 2027.
Cada vez mais famosas assumem os tratamentos – com preços que atingem €7 mil – nas redes sociais, através de parcerias com clínicas. Os jovens começam a entrar nesta maratona de fundo, que nem sempre tem bons resultados. Cirurgiões alertam para os exageros e psicólogos para problemas de autoestima, agravados pelo espelho virtual.
São bonecos artesanais que se confundem com recém-nascidos e as "mães" simulam partos e cuidam deles como se fossem crianças. O interesse pelos bebés reborn, está a disparar, mas há quem considere o fenómeno perturbador com impacto psicológico.
Quando o seu clube perde, há crianças que choram, perdem o apetite e até têm vómitos. Os pais podem usar estratégias para ajudar a gerir a frustração, mas se a situação escalar para a agressividade devem procurar ajuda. "Não existem 'pensos rápidos' na gestão emocional", diz a especialista.
À SÁBADO, a sexóloga Catarina Lucas revela que problemas podem dever-se a razões psicológicas, da ansiedade à necessidade de corresponder a padrões externos ou traumas.
"Tabu" que é a disfunção erétil afeta cerca de 500 mil portugueses. Doença é agravada pela ansiedade, "depressão, preocupações com o desempenho e autoestima". Redes sociais também complicam este problema.
Têm mais experiência de vida do que os pais jovens e desfrutam mais do presente. Três pais tardios contam à SÁBADO como é viver uma paternidade grisalha.
Os mais velhos estão sempre a aprender e a ser desafiados pelos mais novos, que lhes transmitem satisfação com a vida. Os jovens também ficam a ganhar com a troca de sabedoria e experiência – concluiu um estudo da Universidade de Harvard.
Fotos de mergulhos, mezinhas para os piolhos, discussões entre pais divorciados – vale tudo nos grupos de mensagens. Especialistas dizem que tem de haver limites.
É preciso coragem e resiliência para viver a dois. Ainda mais agora: quando as redes sociais tornam mais fácil arranjar outro parceiro e a pandemia levou ao limite as capacidades de adaptação dos casais. A SÁBADO falou com dez especialistas que apontam soluções.
Aparecem menos na televisão, mas já não estão em menor número. Há cada vez mais mulheres no humor. São elas que dão piada a Ricardo Araújo Pereira ou que enchem salas de stand-up comedy. Só não podem (ainda) levar uma minissaia.
A pandemia criou muitas dificuldades aos casais e nalguns casos precipitou rupturas. A psicóloga, especialista em terapia de casal, Catarina Lucas, explica o que fazer e quais os desafios que os casais enfrentam