Luís Neves no Ministério da Administração Interna: um polícia ao serviço da República
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
O jornalista da SÁBADO Bruno Faria Lopes comenta as consequências económicas da guerra entre os Estados Unidos e o Irão.
A reação relativamente contida dos mercados à paralisação no estreito de Ormuz não deve ser confundida com otimismo sobre o desfecho da guerra.
Micael da Silva Montoya atropelou mortalmente, em 2022, quatro convidados num casamento em Madrd.
Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
Nem lhes foi assegurado o apoio psicológico devido.
A data-limite termina, em regra, no final de fevereiro. No entanto, como o último dia do mês coincidiu com um sábado, o prazo só acaba esta segunda-feira.
O escândalo Epstein não se limita, portanto, à esfera moral. É também a expressão de uma falha estrutural.
A associação "We Pay the Tariffs" exige indemnizações por perdas económicas apesar de não seja claro como serão calculados os danos.
Apenas no primeiro semestre de 2025 os gastos com MFR no SNS subiram 8%.
Este é o segundo ano de gestão económica da AD em que a nossa economia desacelera. Dados do Eurostat apontam para que o travão que se sentiu em Portugal nos últimos três meses do ano tenha sido 4 vezes maior do que aquele que se sentiu no resto da Europa.
Emmanuel Macron tenciona oferecer o "chapéu nuclear" francês aos restantes países europeus até ao final do mês. Volumes de investimento em tecnologia militar podem ser um entrave a uma maior independência europeia.
Seguro lembra a Suíça: previsível, rotineira, neutra no bom sentido. Se fizer o que promete – não extravasar a Constituição, colaborar para resolver problemas, actuar sem amarras partidárias e usar a palavra com conta, peso e medida – é preferível esta Suíça a qualquer alternativa tropical ou africana.
Seguro foi andando, como a tartaruga da lenda, até cruzar a meta para espanto das lebres. A vitória final está a um passo, mas depende dos votos da direita. Como consegui-los?
O idealismo deu lugar ao cinismo, logo agora que mais precisávamos dele, quando não nos podemos dar ao luxo de relativizar os nossos princípios. Porquê e para quê? Nesta encruzilhada dramática da nossa vida em comum, temos de enfrentar de forma lúcida as razões que podem informar uma decisão destas.