Sábado – Pense por si

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

Proteger o seu dinheiro da crise

O ex-ministro pessimista com a guerra - que infelizmente tinha razão; a difícil missão de conseguir faturas de refeições da câmara de Matosinhos; e a atriz em busca de fotografias perdidas do seu passado

O investidor brasileiro Marcos Silva fotografado no exterior da sua moradia, inserida no Bloom Marinha (Cascais)
Raquel Lito

Luxo de Norte a Sul: são condomínios, mas parecem resorts

Não faltam mordomias: piscinas aquecidas, spas, segurança 24 horas. As mensalidades dos condomínios disparam na mesma medida, até aos €3.000, que poucos portugueses podem pagar. Brasileiros e norte-americanos dominam a procura. E há quem viva em antigos cinemas e sedes de jornais, convertidos em habitação de luxo com concierges.

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Luís Filipe Borges
Luísa Oliveira

“Comprei o primeiro descapotável aos 26 anos”

Já mostrou, tal como queria, que é muito mais do que o Boinas. Enquanto, no palco, trata da crise da meia-idade a rir, atrás das câmaras realiza o sonho de dirigir um filme sobre a sua terra.

Luanda, 1975:  a cidade fervilha com a independência iminente de Angola. E o dia decisivo seria tenso
António Luís Marinho

Angola 1975: crónica do nascimento de uma nação

A guerrilha urbana, a espera ansiosa, o cerco a Luanda, as filas para a comida e para fugir, e a decisão de não sair. Há 50 anos nasceu a República Popular de Angola. 30 mil portugueses ficaram.

bastidores

Uma casa na periferia

As zonas centrais de Lisboa e Porto apresentam preços proibitivos para quem quer comprar casa, por isso, a tendência passa por apostar nos arredores. E ainda: uma exposição sobre D. Amélia e uma entrevista ao encenador João Mota

Bruno Faria Lopes

As sagas de quem fugiu de Angola há 50 anos

Partiram em colunas de mil carros, com bebés e crianças, atravessando a guerra e a natureza hostil. Saíram de traineira para a Namíbia e para Portugal. Penaram durante meses em campos de refugiados. Meio século depois contam o que viveram como se tivesse sido ontem.

Raquel Lito

As redes criminosas para furto de cães em Portugal

Fazem fortunas a vendê-los (a mais de €2.000 cada), mas também os usam para a captura ilegal do ouriço-cacheiro. Muitos morrem, outros apanham sarna e carraças. A GNR registou 59 crimes deste tipo, desde o início de 2025 até 26 de maio – a incidência é maior nos distritos de Lisboa e de Beja.

Lucília Galha

Óculos que substituem a bengala

Investigadores chineses criaram um protótipo de um wearable com inteligência artificial para ajudar invisuais a contornarem os obstáculos na rua.

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