Sábado – Pense por si

Utentes do Centro Social do Orvalho participam no projeto Dar Cor, coordenado pela arquiteta Lúcia Vaz Pato (à esq.)
Raquel Lito

Neuroarquitetura: quando as paredes melhoram a vida das pessoas

Um espaço branco pode ser austero, não contribuindo para o bem-estar de quem lá reside. Num lar de Orvalho (Castelo Branco), a associação Causa desenvolveu o projeto Dar Cor: os utentes pegaram em rolos e trinchas e ficaram felizes. A coordenadora e arquiteta Lúcia Vaz Pato explica à SÁBADO como se deu a transformação e o projeto em curso noutro lar.

Cadeira de rodas elétrica explode à porta de casa na Florida

Cadeira de rodas elétrica explode à porta de casa na Florida

Uma mulher evitou um incêndio, na madrugada de domingo, ao colocar no exterior uma cadeira de rodas elétrica que comprou numa loja de segunda mão, após ouvir sons estranhos vindos do equipamento. O dispositivo acabou por explodir, momentos mais tarde, à entrada da habitação.

Como José não pode sair da cama, a equipa de cuidados paliativos deslocou-se a sua casa para lhe proporcionar uma 'ida' à praia através de óculos de realidade virtual
Mónica Baltazar

Os últimos desejos de quem está nos cuidados paliativos

Há quem decida casar-se, passear à beira-mar, visitar o estádio do clube do coração, transpor para uma tela uma sonata de Beethoven, despedir-se dos gatos ou celebrar os 18 anos da filha. Quando não há cura, cuidar faz toda a diferença. Os sonhos dos doentes e quem os torna realidade.

A infanta Sofia de Espanha está em Benfica; Harry e Meghan investem em Melides; e Sarah Ferguson foi ao restaurante O Fadista no Verão de 2024 2024
Raquel Lito

A vida das famílias reais estrangeiras em Portugal

Harry e Meghan pensam na decoração da casa de Melides, já a infanta Sofia de Espanha instala-se em Benfica e a princesa brasileira Maria Gabriela trabalha na Avenida da Liberdade – mesmo que já tenha escorregado na calçada. Veja o vídeo.

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Cândida Silva perdeu peso com o Mounjaro. Agora está a reduzir a dosagem do medicamento
Susana Lúcio

A revolução que vai travar as doenças crónicas

Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação

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