Brigitte Macron partilha que a vida de primeira-dama a tornou “mais triste do que nunca”
A primeira-dama francesa partilhou o processo que a levou de uma vida “normal” de professora a difamada.
A primeira-dama francesa partilhou o processo que a levou de uma vida “normal” de professora a difamada.
Líder norte-americano revela alegado telefonema que fez ao aliado francês a pedir ajuda na guerra contra o Irão.
O funeral da atriz e ativista frnacesa realizou-se esta quarta-feira, em Saint-Tropez, França, com uma cerimónia privada e uma homenagem pública. Brigitte Bardot morreu a 28 de dezembro, aos 91 anos.
Dez pessoas foram consideradas culpadas de assédio online contra a primeira-dama francesa, Brigitte Macron, por espalharem informações falsas online sobre o seu género e sexualidade. A repórter da AP Sylvie Corbet explica o caso.
"Quero ajudar os adolescentes a lutar contra o bullying, e se eu não der o exemplo, será difícil", diz a primeira-dama francesa.
O funeral da atriz, que morreu no domingo aos 91 anos, será "privado e confidencial".
Atriz confessou no seu livro de memórias que pensou abortar e que só não o fez por o procedimento na altura ser proibido em França.
Presidente deixou uma mensagem nas redes sociais e recordar a icónica atriz.
A atriz francesa, ícone do cinema nas décadas de 1950 e 1960 e mais tarde ativista pelos direitos dos animais, morreu aos 91 anos, este domingo, no sul de França.
Francesa, ícone do cinema, tinha 91 anos.
343 mulheres apresentaram esta semana uma queixa contra a primeira-dama francesa.
As mulheres interromperam o espetáculo de um humorista, que foi acusado de violação.
Ataque vitimou 132 pessoas, entre os quais dois portugueses: um deles, um taxista, foi morto junto ao Stade de France. Foi a primeira pessoa a perder a vida.
Partido conservador polaco pediu ao realizador norte-americano que reconsiderasse a escolha de Kasia Smutniak para o papel da mãe de Jesus na sequela d' "A Paixão de Cristo".
Os arguidos enfrentam penas até dois anos de prisão por terem difundido teorias conspirativas e mensagens difamatórias nas redes sociais sobre a primeira-dama francesa.
O que os palestinianos nunca aceitaram – um estado independente e soberano ao lado de Israel – é agora reconhecido por Portugal e mais nove países europeus. Que estado é esse, ninguém sabe. Mas o Hamas sabe que, depois do massacre, veio a recompensa.