Revelada lista dos artistas que vão atuar nos concertos para celebrar Luís Represas
Espetáculos terão lugar nos coliseus de Lisboa e Porto, em abril.
Espetáculos terão lugar nos coliseus de Lisboa e Porto, em abril.
O anúncio é feito no dia em que passam 50 anos sobre a criação dos Trovante, em 4 de agosto de 1976, data que também marca o início da carreira profissional de Luís Represas. O músico morreu em 22 de julho, aos 69 anos.
Só um juiz pode autorizá-lo e Carlos Anjos, ex-inspetor da PJ, diz que em 40 anos não se lembra de um caso. Euclides Dâmaso, procurador-geral adjunto jubilado, diz o mesmo: “Não tenho memória disso. É um caso de grande melindre processual”. Rui Pereira, ex-MAI, diz que não se sabe ainda se PJ foi afastada da investigação
Fundador e voz dos Trovante, cantou “Perdidamente”, “Timor” e “Feiticeira”, cruzou Portugal com Cuba e fez da música uma forma de intervenção. Morreu quarta-feira, aos 69 anos.
No seu novo monólogo, que se estreia nos palcos em setembro, a autora e encenadora parte de um julgamento a mulheres acusadas da prática de aborto, em 2002, na Maia, para mergulhar no tema.
As palavras do Presidente da República tiveram o condão de mostrar a iniquidade do discurso de Aguiar Branco
"O Triunfo do Triunfo" é uma recolha de contos que estavam dispersos em várias publicações e antologias e que nos devolve a arte da nossa melhor contista contemporânea.
A imigração é, agora, uma característica essencial da sociedade portuguesa.
Israel é um país democrático. No reino do Aiatolá, a garantia resume-se à execução. Ides para lá de barquinho e depois digam como é o além.
Ao longo do ano, multiplicaram-se ataques mortais contra alvos judaicos em cidades ocidentais, da Austrália aos Estados Unidos, passando pela Europa. Diferem nos detalhes, mas convergem num ponto essencial: a motivação anti-semita. Como explicar o regresso destes pogroms?
Manuel Pedro era membro do PCP desde 1956, tendo entrado para os quadros de funcionários do PCP em maio de 1959.
Ora acontece que, infelizmente, as instituições do Estado, ao seu mais alto nível, são as primeiras a prevaricar.
Nunca conseguiu ser a típica “menina da sociedade”, detesta petit noms e diz que o conceito de “beta” não lhe encaixa porque sempre trabalhou. A escritora acaba de publicar o seu 12.º romance histórico, sobre o criador do Estoril.
Bernardo levantou-se com as pernas trémulas. Era um homem jovem, de seus vinte e poucos anos, com cabelo castanho desalinhado e olhos verdes brilhantes que carregavam uma profundidade inesperada.
Bem-vindos às histórias dos inquilinos da Judiciária e do projeto Monsanto; às denúncias anónimas e à guerra com os diretores e à traição de Amadeu Guerra; às birras à porta, no carro e o passe social; aos telefonemas irados e às mensagens indiscretas e à ordem de despejo. E ainda ao novo mundo dos copos grandes e das sociedades pequenas; aos dias em que se arrastaram mobílias e à música de Vivaldi.