Investigação. A morte rápida do Rio Mira
01 de novembroPaulo Barriga

Investigação. A morte rápida do Rio Mira

Anos seguidos de seca, uma barragem que perde 40% da água, enormes eucaliptais e áreas de rega que não param de crescer – assim desaparece a água ao longo de 140 km.

84 coisas para ver, fazer e provar no Alentejo, do litoral ao Alqueva
13 de agostoFilipa Teixeira

84 coisas para ver, fazer e provar no Alentejo, do litoral ao Alqueva

Sem perdermos as praias de vista, mergulhámos no Alentejo profundo. Chegados ao coração desta região, a poucas horas de Lisboa, encontrámos as belas aldeias ribeirinhas do Alqueva. Se na costa alentejana ainda há segredos por descobrir, imagine o que outros caminhos lhe podem mostrar. Partimos rumo ao interior.

O grande cartão vermelho

São já meia centena os processos que visam o futebol, mas os que podem doer aos clientes que se seguem, de Vieira a Pinto da Costa, são os que estão na mão do procurador Rosário Teixeira e do inspetor tributário Paulo Silva.

No mundo secreto das estufas
13 de julhoPaulo Barriga

No mundo secreto das estufas

Já lhe chamaram a “Califórnia da Europa”. Mas um surto de Covid-19 revelou o lado “faroeste” do novo eldorado agrícola português. O negócio de milhões em exportações, que necessita de milhares de braços de trabalho importados, foi capturado por apenas uma multinacional: a Driscoll’s. Enquanto houver água. Viagem aos bastidores da exploração em Odemira.

Roteiro do mar e do rio: mergulhos em água salgada vs. água doce
09 de junhoRita Bertrand

Roteiro do mar e do rio: mergulhos em água salgada vs. água doce

No interior, há quedas de água refrescantes e praias fluviais com condições privilegiadas, com o apelo da vida no campo bem presente. Na costa imperam as enseadas entre rochas, onde, com um pouco de coragem, é possível fugir às enchentes do verão.

A paródia do Zmar e os direitos humanos

Com a queda do BES, em 2014, o Novo Banco vendeu o Zmar por tuta e meia a um fundo-abutre e, agora, na insolvência, trava-se uma guerra de gente da mesma extração, basicamente vampiros de dinheiro fácil, gerado e pago pelo suor alheio. Têm pena dos senhores do Zmar? Eu não tenho.

O que é que não viram em Odemira?

O cultivo de frutos vermelhos em estufas tem vindo a provocar um grave dano ambiental, a impor um modelo económico centrado exclusivamente na ganância das empresas produtoras, das de angariação de trabalho e de prestação de serviços, quase todas com sede fora dos concelhos onde laboram.

A Newsletter As Mais Lidas no seu e-mail
Às Sextas-Feiras não perca as notícias mais lidas da semana