Os vinhos portugueses mais adequados ao calor
A subida das temperaturas muda o que comemos e bebemos. No copo, fomos à procura de tintos, brancos e rosés adequados às estações quentes.
A subida das temperaturas muda o que comemos e bebemos. No copo, fomos à procura de tintos, brancos e rosés adequados às estações quentes.
O ciclo Jantares Desassossegados chega ao fim esta quinta-feira, 19 de fevereiro. Fábio Pereira, chef do hotel, recebe Diogo Caetano no último jantar. É o último convidado de uma edição com futuro.
As doenças cardiovasculares ainda são das que mais matam, mas há cada vez mais soluções científicas para as tratar. Veja ainda os estranhos contratos que "implicam" Gouveia e Melo e a entrevista intimista a Carlos Carvalhal
O head sommelier do restaurante Rocco, em Lisboa, partilha as suas escolhas de bolhas para começar o ano em grande.
Fique com cinco sugestões para uma passagem na companhia de espumantes de qualidade.
Na Casa da Passarella, Paulo Nunes vinifica com primor um terroir multifacetado, como o provam cinco novidades que se contam entre as mais distintas da região.
Vão ganhando dimensão cá dentro e lá fora, e o calor do verão é óptima altura para os apreciar: leves e aromáticos ou estruturados e profundos, os rosés vieram para ficar, diz o especialista Manuel Moreira.
Na Bairrada, a Adega de Cantanhede faz da Baga um rosé simples e eficaz para os dias de calor.
Nesta primavera, refresque-se com alguns dos mais exuberantes rosés e bolhas nacionais.
Os tintos não se têm que ficar pelo inverno: fique com sete sugestões que se bebem mais frescas, no calor
Leve de corpo mas impactante no paladar, o Vinha das Corgas é uma amostra da potencialidade da Bairrada, por uma fração do preço.
De um dos mais destacados produtores de espumantes do País, chegam grandes espumantes que qualquer um pode apreciar.
Este ano, escolha celebrar em família com um tinto à altura da ocasião.
Aos 20 anos de carreira, o enólogo da Fitapreta celebra uma indústria mais diversa e inclusiva que precisa de mais identidade. Acredita que, mais do que uma ciência, beber deve ser um prazer.
A diretora da Garrafeira Imperial de Lisboa fala da necessidade de simplificar o mundo do vinho, critica o "snobismo" e "vocabulário difícil" do meio e partilha uma escolha para este inverno: um rosé.
Na hora de escolher o espumante para abrir à meia-noite, nada como uma ajuda para entrar em 2024 da melhor forma. Seis destacados sommeliers partilham escolhas para um fim de ano em cheio.