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Os rosés estão "cada vez melhores" e recomendam-se

Vão ganhando dimensão cá dentro e lá fora, e o calor do verão é óptima altura para os apreciar: leves e aromáticos ou estruturados e profundos, os rosés vieram para ficar, diz o especialista Manuel Moreira.

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Hoje, produzimos tudo desde “os rosés mais clarinhos, sofisticados e cativantes” até aos “mais escuros, com estrutura de boca e capacidade de envelhecimento”
Hoje, produzimos tudo desde “os rosés mais clarinhos, sofisticados e cativantes” até aos “mais escuros, com estrutura de boca e capacidade de envelhecimento”

Em termos globais, continuam a ser o parente pobre: é uma pequeníssima percentagem da produção mundial de vinho, atrás de brancos, tintos, espumantes e licorosos. Num contexto de decréscimo generalizado no consumo de vinho, ainda assim, os sinais são animadores. “Estamos a ver um decréscimo nos tintos, uma aceleração nos brancos e uma linha ascendente, mas mais subtil, nos rosés,” diz , sommelier, consultor, formador e provador profissional de vinho.

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