Gavin Newsom, o democrata que quer fazer frente a Trump
Faltam quase três anos para as próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos, mas já começa ram as movimentações para saber quem vai correr contra os trumpistas.
Faltam quase três anos para as próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos, mas já começa ram as movimentações para saber quem vai correr contra os trumpistas.
Espaço fica localizado no 20.º bairro da cidade, junto ao número 46.
O próximo Presidente da República deverá ser António José Seguro. A rejeição de André Ventura baixou consideravelmente nos últimos dois anos, mas ainda se situa acima dos 60%. O caminho de Seguro para Belém está, por isso, aberto. Ventura pode surpreender e atingir, a 8 de fevereiro, um valor na casa dos 40%. Se assim for, a segunda volta revelará dois vencedores: Seguro ganha a Presidência, o líder do Chega obtém patamar eleitoral que o pode colocar acima de Luís Montenegro. Ainda não é a rutura, mas já será um grande abalo para o regime.
Mais do que a eleição do Presidente, o que está realmente em dúvida é o desfecho de mais uma batalha na guerra entre os blocos da direita liberal e iliberal
Quase um terço dos jornalistas detidos relatou ter sofrido maus-tratos, e 20% disseram ter sido torturados ou espancados.
O poder das palavras é superpoderoso. Porém, as palavras, por si só, não têm o poder de fazer acontecer ou organizar a nossa vida, as nossas escolhas ou o nosso tempo.
Candidatos estiveram esta quinta-feira no frente a frente para as eleições presidenciais marcadas para 18 de janeiro.
Os viúvos choram sempre: as lágrimas são sinceras, porque o país com que sonhavam morreu naquele dia. E não, não morreu por golpe reacionário.
Eunice Baeta aceitou ser vereadora num executivo liderado pelo PSD e em que o Chega terá pelouros.
O chefe de Estado brasileiro disse ainda que a sua missão é fazer com que o povo compreenda “a diferença da democracia com o autoritarismo”.
Relatório da World Justice Project sobre o Estado de Direito revela que Portugal acompanha queda global no que diz respeito à qualidade da sua democracia.
"A disseminação viral de desinformação e o ataque estratégico a jornalistas surgiram como ameaças interligadas à democracia. Numa era de crescente autoritarismo e retrocesso democrático, as falsidades são frequentemente utilizadas como arma por atores estatais para influenciar a opinião pública, minar o jornalismo e intimidar jornalistas", diz o estudo.
No centenário de Cardoso Pires, Mário Barroso revive uma história de paixão, engano e coragem nos anos 1960. O filme, com Júlia Palha e Nuno Lopes no elenco, chega esta 5.ª feira às salas.
Talvez não a 3.ª Guerra Mundial como a história nos conta, mas uma guerra diferente. Medo e destruição ainda existem, mas a mobilização total deu lugar a batalhas invisíveis: ciberataques, desinformação e controlo das redes.
Grupo ficou conhecido por participar nos protestos Black Lives Matter e já usou a violência em diversas ocasiões, com alguns dos seus membros a recorrerem a armas caseiras. Em 2019, um deles tentou bombardear o centro de detenção do Serviço de Imigração e Alfândega, em Washington.
Embarcou numa biografia que ultrapassa os preconceitos do romance que Hannah Arendt viveu com Heidegger e que vai ao essencial do pensamento da filósofa. O que fazer perante os extremismos?