Imprescindível, inadiável, impossível
Precisamos da regionalização, mas não temos como fazê-la. Um mergulho no paradoxo português.
Precisamos da regionalização, mas não temos como fazê-la. Um mergulho no paradoxo português.
Este programa foi anunciado na semana passada por Luís Montenegro, na sequência das consequências das depressões que causaram 18 mortes em Portugal e muitas centenas de feridos e desalojados.
O encontro terá lugar no Palácio Nacional de Queluz, onde o Presidente eleito tem um gabinete até tomar posse como chefe de Estado.
A futura adesão voluntária de outras farmácias será formalizada mediante comunicação através do Portal Licenciamento+.
Catorze pessoas morreram em Portugal desde o dia 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
Primeiro-ministro falou esta tarde ao País, num momento em que os efeitos da tempestade se fazem sentir, e admitiu que "estamos perante a semana que apresenta um desafio grande".
A associação destaca que quem esteve ao lado das populações foram "as autarquias locais, os funcionários municipais, os bombeiros locais, os voluntários e todos os agentes da Proteção Civil que trabalham, vivem e respiram este território".
Segundo anunciou o gabinete do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas em comunicado.
O Presidente da República lamentou as mortes provocadas pela tempestade e manifestou "a sua solidariedade e sentidas condolências às famílias enlutadas".
O desespero que hoje sinto, mas por razões totalmente distintas, é ainda maior. Muito maior mesmo.
No combate a práticas anticoncorrenciais, o regulador adianta que "dará prioridade à investigação de cartéis, particularmente nos mercados da contratação pública, do trabalho e das profissões liberais.
Para muitas das nossas publicações, a principal forma de assegurar a regularidade do contacto com o público passa, já hoje, por imprimir em empresas espanholas.
Segundo o autarca, os governos "têm andado a criar dois Estados, que são paralelos: O Estado dos privilegiados e o Estado dos deserdados".
Texto conjunto assinado pelos Diretores de jornais e revistas em Portugal.
As limitações ao reagrupamento familiar e o alargamento do prazo de acesso à nacionalidade "colocam Portugal perante novos desafios".
O Instituto da Segurança Social é autorizado a estabelecer protocolos com as comissões de coordenação e desenvolvimento regional e as autarquias locais com vista à validação do cumprimento das condições de acesso à isenção total do pagamento de contribuições à Segurança Social a cargo do empregador e dos trabalhadores independentes.