Uma força fatal e incontrolável
«Igualitário é o deus da guerra; e mata quem quer matar.»
«Igualitário é o deus da guerra; e mata quem quer matar.»
A Atena vendeu a fabricante de brinquedos educativos à equipa de gestão e a investidores privados. Fernando Santos foi o principal, por via da Femacosa - empresa que detém com a mulher e os filhos – que se tornou o acionista maioritário.
A origem simbólica da figura do mentor remete-nos para a Odisseia, de Homero. Conta-nos esta obra fundacional que Mentor "era companheiro do nobre Ulisses". Mentor é apresentado como um "ancião que tudo devia guardar" e a cuja palavra "todos deviam obedecer".
Gesto foi comunicado como sinal de diálogo ecuménico com a Igreja Ortodoxa grega, já que as três peças com 2.500 anos, foram devolvidas formalmente ao líder da igreja. Ministério da Cultura elogiou posição de Francisco e lembrou luta para trazer mármores do British Museum.
Em causa está a decisão da retirada dos títulos reais aos quatro netos, filhos do príncipe Joaquim, irmão mais novo de Frederico.
A rainha Margarida II quer manter a monarquia em "harmonia" com os tempos, e apesar de se ter desculpado, não anulou a decisão.
Só este ano Nova Iorque já devolveu cerca de 66 milhões de euros em arte a outros países.
A referência ao fascismo não é descabida: a Alemanha nazi proibia o aborto a todas as arianas, a Itália de Mussolini criminalizava o acesso à contracepção e Franco tornou o aborto um crime contra o Estado.
Atena recebeu doações de mecenas e teve uma campanha de crowdfunding na televisão. Infarmed autoriza utilização excecional.
"Mais de 100 mil portugueses" contribuíram para o projeto e um conjunto de mecenas científicos ajudaram com um milhão de euros.
Uma mulher colocou-se entre a polícia e os manifestantes nos EUA, sentando-se no alcatrão e mostrando os genitais aos polícias que terão disparado balas de pimenta contra os seus pés.
O Atena foi "autorizado pelo Infarmed para uso no âmbito do procedimento da covid-19", anunciou o Centro de Engenharia e Desenvolvimento, em Matosinhos.
Afastado do grupo que fundou, o médico e empresário Paulo Maló vê agora o banco estatal e o herdeiro do BES executarem o seu património pessoal.
O Estado já perdeu cerca de €30 milhões através do acordo entre a rede de clínicas dentárias e os seus credores.
OS 88 credores da Maló Clinic, que está em Processo Especial de Revitalização, querem recuperar 94,6 milhões de euros. O Novo Banco é o maior credor e reclama mais de 56 milhões de euros.
A equipa de gestão da Leya, liderada por Isaías Gomes Teixeira, e o fundo Atena compraram o grupo que detém editoras como a D. Quixote, Caminho ou ASA à Trilantic Capital Partners.