Sábado – Pense por si

António José Seguro confiante na vitória do "homem normal"
Rita Rato Nunes

De Penamacor a Belém, o triunfo do homem “normalíssimo”

Criou um jornal, entrevistou Ramalho Eanes, fez de “segurança” de Salman Rushdie, foi preso numa manifestação em Espanha, levou o seu gabinete no Rato para o sótão quando liderava um PS dividido. Largou tudo – e regressou. Em Belém, os boys ficam à porta, vai haver registo público de reuniões e Presidências Abertas “à Soares”.

O menos mau!

Seguro poderá entrar para a história não como o melhor, mas como o menos mau. E, nestes tempos, isso parece bastar.

Dina Nunes e Margarida Maldonado, possíveis futuras primeiras-damas
Alexandre R. Malhado

Dina ou Margarida. Uma delas será a próxima primeira-dama

Dina Ventura é fisioterapeuta, já sofreu ameaças e não fala à imprensa. Margarida Maldonado Freitas é farmacêutica, descendente de uma família de convictos republicanos das Caldas da Rainha e não pretende abandonar a profissão

Editorial

O combate não é contra o socialismo

Seguro lidera as intenções de voto não porque Seguro é Seguro, mas porque Ventura é Ventura. Porque os portugueses não querem “três Salazares” (nem um, nem dois), não almejam um Presidente só de alguns, nem um Presidente que ameaça interferir com uma justiça já de si fragilizada

A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, e Luís Montenegro
Bruno Faria Lopes

O assalto do PSD aos hospitais

Em 14 das 19 administrações hospitalares que o Governo mudou, mesmo em casos com bons resultados, o presidente escolhido tem ligações ao partido - e nem sempre tem experiência. Confiança política e pressão das estruturas locais explicam.

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