De Sidónio Pais a Salazar: os atentados que fizeram a história de Portugal
Donald Trump foi alvo do terceiro atentado como presidente dos Estados Unidos da América. Por cá, também se conspirou e se tentou eliminar reis e chefes de Estado.
Donald Trump foi alvo do terceiro atentado como presidente dos Estados Unidos da América. Por cá, também se conspirou e se tentou eliminar reis e chefes de Estado.
O conflito com o Papa é um conflito de poder. Trump também gostaria de ser Papa, Grande Mufti, Rei de Inglaterra como cabeça da Igreja Anglicana, Ayatola, ou Grande Feiticeiro do Mali
O ex-governador acha que serve mesmo para tudo, de São Bento a Belém, passando por mestre de obras megalomaníacas, e um certo PS também achou, durante bastante tempo.
«Igualitário é o deus da guerra; e mata quem quer matar.»
Ficaram por ali hora e meia a duas horas, comendo e bebendo, até os algemarem, encapuzarem e levarem de novo para as celas e a rotina dos interrogatórios e torturas.
Diamante foi dado como desaparecido, mas afinal estava na posse da família: esteve durante 100 anos escondido num banco do Canadá.
Grupo ficou conhecido por participar nos protestos Black Lives Matter e já usou a violência em diversas ocasiões, com alguns dos seus membros a recorrerem a armas caseiras. Em 2019, um deles tentou bombardear o centro de detenção do Serviço de Imigração e Alfândega, em Washington.
"Recomendo também vivamente que aqueles que financiam a 'ANTIFA' sejam investigados minuciosamente", escreveu o presidente norte-americano nas redes sociais.
Os apoiantes do partido Ergue-te e do movimento Habeas Corpus ocuparam uma área substancial da Alameda D. Afonso Henriques.
Na Europa, mais de 70 anos após a derrota da Alemanha nazi, os movimentos étnico-nacionalistas e de supremacia branca continuam a prosperar e incluem partidos políticos de extrema direita, movimentos neonazistas e grupos de protesto apolíticos.
Não se pode esquecer que os EUA atuais nasceram, muito recentemente (se olharmos para a fundação de Portugal), de duas guerras civis ou quase civis.
"As manifestações de hoje protegem os direitos de amanhã", frisa Inês Subtil, coordenadora de investigação da Amnistia Internacional Portugal.
Se tivesse de escrever um livro sobre como ser um populista, João admite que mapearia todos os temas que não são tratados seriamente pelos partidos estabelecidos no regime (nomeadamente os da segurança, migração e corrupção).
Fotógrafo e professor de fotojornalismo na Universidade Columbia, em Nova Iorque, publica Tarrafal, a partir de uma caixa com imagens e cartas do tempo em que o avô lá esteve preso.
... mas muitos pormenores só deverão acabar em 2034. A nova data foi anunciada pelo presidente da organização encarregada de terminar a obra, cuja primeira pedra foi lançada há 144 anos.
Vídeo mostra um grupo a queimar um cartaz do partido de André Ventura no centro de Lisboa.