Sábado – Pense por si

Steve Ramirez, investigador da Universidade de Boston, estuda a manipulação de memórias no cérebro
Luísa Oliveira

Steve Ramirez: "Dançar é extraordinário para a saúde"

Investigador e professor de Ciências Psicológicas na universidade de Boston, EUA, dedica-se a estudar como o cérebro processa, armazena e manipula memórias. Para a máquina funcionar bem, existem alguns truques - simples - a aprender. Dançar é um deles.

Centro Social do Vale do Homem

Os avós que ensinam jovens para a inclusão

No Centro Social do Vale do Homem, perto de Braga, idosos do meio rural tornam-se mentores de jovens com deficiência. O projeto TREVO junta tradição, inclusão e esperança num modelo intergeracional que já está a transformar vidas.

Filomena Alves tem uma doença genética sem cura. Diz que o diagnóstico é “uma guilhotina sobre a cabeça”
Lucília Galha

Quando o diagnóstico faz mais mal do que bem

Há situações em que receber a notícia torna doentes pessoas que, até aí, eram saudáveis. Noutras, haver uma alteração pode não significar doença, mas já se instalou a dúvida. Será sempre melhor saber?

Sentir-se cansado, esquecido, deprimido ou com sintomas de burnout podem ser sinais de inflamação cerebral
Lucília Galha

Dorme mal? Pode ter o cérebro inflamado

É uma condição que não se vê e que se manifesta de forma silenciosa. Mas, na verdade, a inflamação cerebral é mais comum do que se julga e pode desencadear uma série de doenças. Saiba a que sinais deve estar atento.

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Cândida Silva perdeu peso com o Mounjaro. Agora está a reduzir a dosagem do medicamento
Susana Lúcio

A revolução que vai travar as doenças crónicas

Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação

Demência: como travar a explosão
Lucília Galha

Demência: Descubra como travar esta nova pandemia

As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?

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