Sábado – Pense por si

Dormir profundamente é o foco do turismo do sono
Sónia Bento

Pagar só para dormir

Num mundo stressado e híper estimulado, há cada vez mais pessoas dispostas a pagar para conseguir descansar. Os hotéis oferecem experiências para noites de sono reparador.

Novos métodos para tratar a dor crónica, abordados na revista Sábado
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar a dor

Um analgésico inspirado numa esponja do mar, que não provoca adição; terapias que regeneram e recuperam funções; usar a música para criar novos circuitos no cérebro. Há cada vez mais a perspetiva de que a dor não é só uma sensação física, também envolve as emoções - e sim, o psicólogo pode ser mais eficaz que um comprimido.

O presidente da assembleia-geral da Associação Portuguesa de Sono, Joaquim Moita, indica as medidas para a qualidade do sono em noites de Verão
Raquel Lito

Dormir bem com onda de calor? Médico ensina as técnicas mais eficazes

Colocar à frente da ventoinha uma garrafa de água gelada para espalhar ar fresco, ou escrever cinco problemas numa folha A4 para arrumá-los nas horas de sono são estratégias que ajudam. Além da alimentação leve e do telemóvel desligado. O pneumologista Joaquim Moita esclarece.

Madalena (à dta.) brinca com a irmã, Mariana, quando termina o tempo dedicado ao telemóvel
Susana Lúcio

Crianças sem fazer nada é bom

Não haver atividades planeadas estimula a criatividade e desenvolve a autoestima. Mas os pais não podem interferir nestes momentos.

Bruno Faria Lopes

As sagas de quem fugiu de Angola há 50 anos

Partiram em colunas de mil carros, com bebés e crianças, atravessando a guerra e a natureza hostil. Saíram de traineira para a Namíbia e para Portugal. Penaram durante meses em campos de refugiados. Meio século depois contam o que viveram como se tivesse sido ontem.

O que está dentro das encomendas?

Fomos abrir encomendas perdidas e isto foi o que nos saiu

A SÁBADO aderiu à moda de comprar encomendas perdidas. Fizemos a seleção dos embrulhos ao acaso. Só vale mexer nos pacotes, é proibido abri-los, descolá-los ou rasgá-los. Uns parecem calçado, outros loiça (porque a caixa de cartão indica "frágil"), outros ainda, de tão macios, podem ser almofadas. Há uns misteriosos. Veja o que nos calhou.

Raquel Lito

O negócio rentável das encomendas perdidas

Roupas, artigos eróticos ou almofadas vendem-se ao quilo – mas só depois de pagos é que podem ser abertos. O conceito atrai empresários em vários pontos do País. A marca Colis Colis quer expandir-se da Amadora para a Europa e a concorrente Blind Shot fatura um milhão em três meses. Testámos a moda, veja os vídeos.

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