Líderes de todo o mundo desafiam a oligarquia do desenvolvimento da IA
António Guterres, secretário-geral da ONU, alertou que o futuro da humanidade não pode ser deixado ao sabor dos "caprichos de alguns multimilionários".
António Guterres, secretário-geral da ONU, alertou que o futuro da humanidade não pode ser deixado ao sabor dos "caprichos de alguns multimilionários".
Pode causar falta de concentração, ansiedade social e dúvidas sobre si próprio.
Entre as aplicações previstas, destacam-se: análise de tendências setoriais, balanço entre oferta e procura e verificação de antecedentes regulatórios para ajudar na definição de requisitos técnicos e comerciais durante a fase preparatória dos concursos.
As novas medidas serão aprovadas na próxima semana pelo Conselho de Ministros e incluirão a obrigação das plataformas digitais implementarem sistemas eficazes de verificação da idade dos utilizadores das redes sociais, disse o líder do Governo espanhol.
É mais um líder político europeu a aderir à ideia de limitar o acesso livre às redes sociais a menores de 16 anos.
As instalações francesas da plataforma X foram alvo de buscas por alegadas irregularidades no site.
A história da inteligência artificial começa formalmente na década de 1950, num contexto marcado pelo pós guerra, pelo avanço da computação e pelo interesse em compreender a mente humana de forma científica.
"O cérebro dos nossos filhos e dos nossos adolescentes não está à venda", afirmou o presidente francês.
Desde que foi eleito chefe da igreja católica Leão tem alertado repetidamente para os riscos da IA.
Segundo um estudo do LabCom, no âmbito do ODEPOL – Observatório de Desinformação Política.
A politóloga Susana Salgado alerta para o impacto nocivo do excesso de sondagens, que acaba por beneficiar quem vai à frente, mesmo que não seja quem reúne mais apoio real.
Há sinais cada vez mais evidentes de que o uso intensivo destes sistemas pode enfraquecer competências cognitivas fundamentais.
'Rei dos dinaussaros' podia pesar até 8 toneladas.
Comissão Europeia afirmou que esta decisão não altera a sua condenação das fotografias anteriormente criadas.
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
Já não é preciso sair de casa para conquistar países. Se estiver de chuva, os conquistadores modernos, os milionários, ficam em casa, abrigados.